Você vai navegar pela costa de Cinque Terre enquanto o pôr do sol colore cada vila, parando para nadar em enseadas escondidas e provar pesto fresco com focaccia quentinha a bordo. Um guia local conta histórias (e risadas) enquanto passamos por Monterosso, Vernazza, Corniglia, Manarola e Riomaggiore — com vinho, luz dourada e muita emoção. Não é só passeio, é sentir o lugar de verdade por uma noite.
O passeio dura cerca de 2 horas no total.
Sim, você vai provar pesto típico de Cinque Terre com focaccia, além de água, cerveja e vinho local incluídos.
Sim, há paradas para nadar em enseadas de água turquesa ao longo da costa.
O passeio parte diretamente de Monterosso, em Cinque Terre.
Sim, o uso de equipamento para snorkel está incluído durante o passeio.
Sim, bebês e crianças pequenas são bem-vindos; bebês devem ficar no colo de um adulto ou em carrinho.
Você vai passar por todas as cinco: Monterosso, Vernazza, Corniglia (vista de baixo), Manarola e Riomaggiore.
Sim, um guia local/skipper conduz a experiência e conta histórias durante o trajeto.
Sua noite começa com o embarque no porto de Monterosso, onde você sobe a bordo de um gozzo tradicional da Ligúria com seu guia local. Durante o passeio, você prova pesto fresco com focaccia típica enquanto degusta água, cerveja ou vinho local — tudo incluído — e tem acesso a equipamento de snorkel para as paradas de natação antes de voltar ao porto com o cair da noite em Cinque Terre.
Naquela noite em Monterosso, eu não esperava que o mar estivesse tão calmo. O porto ainda estava movimentado, mas nosso pequeno gozzo da Ligúria parecia um mundo à parte assim que partimos. O vento trazia um cheiro salgado misturado com manjericão — nosso skipper, Luca, já preparava o pesto para mais tarde. Ele acenou para um pescador próximo, que gritou algo que não consegui entender. As falésias estavam quase cor-de-rosa com a luz do fim de tarde, e, sinceramente, nunca tinha visto cores assim fora de um cartão postal.
Navegamos por Vernazza, que é menor do que eu imaginava, mas de alguma forma mais viva — crianças gritando nas pedras, alguém tocando música perto da igreja. Luca apontou Corniglia lá no alto do penhasco (“Não tem porto ali,” disse ele, “só vista.”). Tentei falar “Sciacchetrà” quando chegamos em Manarola e acabei pronunciando tudo errado; Luca só sorriu e serviu um copo de vinho local mesmo assim. A focaccia estava quentinha, untada e perfeita depois de um mergulho rápido ao lado do barco. A água tinha um gosto diferente aqui — quase doce? Ou talvez fosse só a fome depois da natação.
Quando passamos por Riomaggiore, o céu já estava dourado e dava para sentir o cheiro do jantar vindo da costa. Lembro de pensar como todo mundo parecia parar para o pôr do sol — até os moradores que passeavam com seus cachorros paravam para olhar. Ficamos ali, mordendo a focaccia e mergulhando no pesto direto da tigela do Luca (ele jura que a receita da avó dele é imbatível; eu acredito). Rimos das minhas tentativas de falar italiano, mas ninguém se importava se eu errava.
Ainda penso naquela luz refletida na água — como ela fez até meus pés cansados parecerem mais leves por um tempo. Não foi nada exagerado ou dramático; só horas lentas flutuando pelas vilas que de repente deixavam de ser nomes turísticos e viravam lugares onde as pessoas realmente vivem. Se algum dia estiver em Cinque Terre e quiser um passeio que pareça verdadeiro, esse passeio de barco ao pôr do sol toca o coração de um jeito especial, sabe?
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