Você vai entrar na famosa Gruta Azul de Capri de barco, passear pelas ruas mais calmas de Anacapri, subir no teleférico do Monte Solaro para vistas incríveis e caminhar pela animada Capri e Jardins de Augusto — tudo com um guia local que conhece cada atalho e história. Prepare-se para surpresas: o cheiro do mar, risadas nas vielas e talvez aquela vista perfeita que vai ficar na sua memória.
Você entra numa pequena embarcação de madeira junto ao grupo guiado; o ingresso está incluído, se o tempo permitir.
Sim, há tempo livre em Anacapri para explorar, visitar a Villa San Michele ou subir no teleférico do Monte Solaro.
Sim, os ingressos para a Gruta Azul e os Jardins de Augusto já estão no preço do passeio.
Se o tempo fechar a gruta, você fará um passeio de barco compartilhado ao redor de Capri.
O passeio começa e termina na Marina Grande, em Capri.
Sim, bebês são bem-vindos; carrinhos e animais de serviço também são permitidos.
Sim, há opções de transporte público próximas à Marina Grande, onde você encontra o guia.
Seu dia inclui ingressos para a Gruta Azul (se o tempo permitir) e Jardins de Augusto, guia local ao vivo o tempo todo, veículo com ar-condicionado entre os pontos em Capri, além de um mapa para não se perder nas ruas tortuosas. Se a gruta fechar por causa do tempo, você fará um passeio de barco compartilhado ao redor da ilha antes de voltar à Marina Grande no fim da tarde.
“Se você quer ver a verdadeira cor de Capri, tem que olhar duas vezes,” disse nossa guia Francesca assim que desembarcamos na Marina Grande. Ela falava com as mãos, abrindo os braços como se desenhasse a ilha inteira no ar. Logo senti o cheiro do café do Bar Gabbiano misturado com o sal do mar. Descemos até os barquinhos para a Gruta Azul. Já tinha visto fotos, mas não esperava o silêncio lá dentro — só o som dos remos batendo e aquele azul elétrico estranho sob o teto de pedra. Alguém atrás de mim sussurrou “é como nadar num safira,” e eu ri porque estava pensando exatamente nisso.
De volta à terra firme, Anacapri parecia mais tranquilo — menos agito que Capri cidade. Francesca apontou a Villa San Michele (ela chamou de “a casa do médico”) e contou a história de Axel Munthe. Me perdi um pouco pelas vielas estreitas onde roupas secam penduradas acima das lojas de souvenirs. Peguei o teleférico para o Monte Solaro — confesso que meus joelhos tremeram mais do que eu esperava — e no topo o vento trazia um cheiro leve de ervas selvagens. A vista te pega de lado: as rochas Faraglioni surgindo do mar, casas brancas caindo pelas colinas verdes. Até hoje penso nessa paisagem quando o barulho toma conta lá em casa.
Mais tarde, entramos na própria Capri — tanta gente vestida como se todo dia fosse festa. A Via Camerelle estava cheia de gente olhando vitrines (e comprando também), mas o que mais gostei foi sentar na Piazzetta vendo os locais discutindo cartas e tomando cafés minúsculos. Francesca nos levou pelos Jardins de Augusto para ver a Via Krupp serpenteando lá embaixo; ela disse que está fechada agora, mas “ainda linda vista de cima.” O sol batia nas rochas Faraglioni de um jeito perfeito — tentei tirar foto, mas nunca fica igual ao que a gente sente.

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