Você vai fazer massa fresca à mão com um chef de Bari, rechear ravioli, montar um tiramisu clássico e provar gelato de verdade numa gelateria local — tudo numa tarde. Prepare-se para risadas com as mãos na farinha, vinho à vontade, um grupo pequeno e dicas que vai querer repetir em casa.
Sim, a aula é prática e fácil para quem nunca cozinhou — o chef guia passo a passo.
Sim, as refeições estão incluídas, além de dois copos de vinho ou refrigerante e Prosecco.
A aula rola num restaurante querido no centro de Bari.
Sim, é possível adaptar para intolerantes, basta avisar antes.
Sim, depois da aula você visita uma gelateria local para provar gelato autêntico.
Crianças menores de 4 anos podem participar; há cadeirinhas especiais para bebês.
Não há transporte incluso, mas há opções de transporte público perto.
Sim, você ganha todas as receitas para repetir em casa.
Sua tarde inclui todas as refeições feitas na aula (massas artesanais e tiramisu), dois copos de vinho ou refrigerantes mais Prosecco se quiser, acompanhamento de um chef premiado no centro de Bari, receitas para guardar e uma degustação de gelato numa gelateria local antes de curtir a noite.
Já estávamos com as mãos cheias de farinha quando o Chef Marco sorriu para meu fettuccine torto. “Sem pressão — a massa perdoa”, disse ele, e, sinceramente, eu precisava ouvir isso. A cozinha cheirava a semolina quentinha e algo doce — talvez o mascarpone que usávamos no tiramisu depois. Lá fora, vinha música da rua, talvez acordeão? Ou só alguém cantarolando. Perdi a conta das risadas quando a Sara tentou falar “raviolo” (o Li também riu — deve ter falado pior que eu). Dá pra ver que o Marco ama ensinar; ele não cansava de mostrar como sentir a massa, não só olhar.
Não esperava que o vinho chegasse tão cedo, mas lá estavam: dois copos para cada um, com um pouco de Prosecco pra quem quisesse. O recheio do ravioli era cremoso e cheio de ervas — não lembro tudo, só que tinha ricota e algo verde. Depois que montamos o tiramisu (e eu me sujei todo com cacau), o Marco começou a falar do gelato — como o verdadeiro derrete rápido e tem gosto de fruta ou castanhas, não só açúcar. Ele até fez a gente fechar os olhos pra sentir a diferença entre baunilha de verdade e aquele extrato falso. É impressionante o quanto a gente percebe quando um local aponta.
Sentar pra comer o que fizemos parecia um jantar em família, mesmo tendo nos conhecido há só uma hora. Minha massa não estava bonita, mas estava no ponto — com aquela textura boa e firme. Depois, fomos caminhar pelas ruas antigas de Bari para uma visita à gelateria (que já estava incluída), onde o gelato de pistache tinha gosto de pistache de verdade — nada de calda verde. O dono sorriu quando tentei falar italiano (“un piccolo, per favore”) e me deu uma colherzinha antes de servir. Até hoje lembro da primeira mordida gelada na língua, com o ar da noite cheirando a sal do mar e café vindo de algum lugar perto.

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