Comece em Avola e navegue pela costa sul da Sicília — nade na Reserva de Vendicari, explore grutas marinhas perto de Capo Passero, prove petiscos sicilianos com vinho espumante no convés e passeie pelas ruas antigas de Marzamemi, voltando com o cabelo salgado e um sorriso no rosto.
O passeio em grupo faz várias paradas entre Avola e Marzamemi; o tempo total varia conforme o mar, mas geralmente dura algumas horas.
Sim, o equipamento completo de snorkel — nadadeiras, máscaras e tubos — é fornecido para todos durante as paradas para banho.
Sim, há uma parada em terra na vila de Marzamemi por cerca de 30 minutos para explorar ou provar comidas locais.
O passeio inclui um aperitivo siciliano com arancini, focaccine, pão cunzato, frutas frescas, cerveja, bebidas não alcoólicas e vinho espumante siciliano.
O passeio não é recomendado para crianças menores de 2 anos por questões de segurança.
O barco sai de Avola e segue para o sul pelo Golfo de Noto em direção a Vendicari e Capo Passero.
Não é indicado para pessoas com problemas na coluna, doenças cardiovasculares ou gestantes.
Você verá as rochas brancas do Lido di Noto, a praia de Calamosche, a Reserva Natural de Vendicari, colunas romanas perto de Marzamemi, o Castelo de Tafuri, a ilha de Capo Passero e sua fortaleza espanhola.
O dia inclui transporte em grupo de barco saindo de Avola com paradas para banho na Reserva de Vendicari e na praia de Calamosche; uso de equipamento de snorkel; aperitivo ao estilo siciliano com arancini ao molho de carne, focaccine, fatias de pão cunzato, frutas da estação; cerveja, vinho espumante siciliano e refrigerantes; além de um passeio a pé em Marzamemi antes do retorno pelo mar à tarde.
“Ali é a gruta do polvo,” disse nosso skipper Marco, apontando para uma fenda escura sob a fortaleza espanhola em Capo Passero. Eu estreitei os olhos — pra ser sincero, não teria notado se ele não tivesse mostrado. Saímos de Avola naquela manhã com o sol já aquecendo o convés, passando pelas rochas brancas perto do Lido di Noto, onde todo mundo parecia parar para fotos. A água estava tão cristalina que dava pra ver a areia lá embaixo. Alguém atrás de mim brincou que ia deixar cair o óculos só pra ver ele afundar até o fundo (não deixou).
Confesso que não esperava nadar com peixes em junho — mas o Marco distribuiu máscaras e nadadeiras perto da praia de Calamosche e logo estávamos todos brincando na água como crianças. O sal ardeu um pouco nos meus lábios e um cheiro leve de ervas silvestres vinha da costa. Em um momento, fiquei flutuando de costas só ouvindo: risadas abafadas do barco, gaivotas distantes, nada mais. Passamos pelas colunas romanas perto de Marzamemi — só deu pra ver porque o Marco diminuiu a velocidade e apontou — e então ele serviu vinho espumante em copinhos de plástico enquanto comíamos arancini ainda quentinhos, tirados da mochila de alguém. Nada sofisticado, mas perfeito.
Marzamemi parecia um cartão-postal esquecido no sol — cores desbotadas por toda parte e pescadores conversando em frente a bares minúsculos. Andamos por uns 30 minutos (tentei pedir algo chamado “pane cunzato” e provavelmente falei errado; Li riu). Na volta, paramos em alguma praia, ou Calabernardo ou Cicirata — juro que não lembro qual — mas meu cabelo já estava duro de sal e eu nem ligava mais para detalhes. Às vezes ainda penso naquela vista do Castelo de Tafuri pelo mar, pouco antes de voltarmos para casa.
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