Você vai entrar na caverna de gelo azul Katla com um guia local, provar petiscos islandeses em Vík e sentir a água das cachoeiras Skógafoss e Seljalandsfoss — tudo em um passeio de um dia saindo de Reykjavík. Prepare-se para o ar gelado no rosto, histórias novas do guia e momentos que ficam com você muito depois dos seus pés secarem.
O passeio dura o dia todo, com cerca de 4 a 5 horas de deslocamento incluídas.
Sim, o transporte está incluído — entre em contato com o operador após a reserva para confirmar o ponto de encontro.
Use roupas quentes e calçados resistentes; crampons e equipamentos de segurança são fornecidos pelo guia.
Sim, crianças podem participar, desde que acompanhadas por um adulto.
Sim, ambas as cachoeiras estão incluídas no retorno.
O passeio é adequado para todos os níveis de preparo físico.
Não, o almoço não está incluído, mas há tempo para comprar comida na vila de Vík.
Seu dia inclui transporte em Reykjavík, todas as taxas e entradas pagas, além de equipamentos de segurança como crampons e capacetes para explorar a Caverna de Gelo Katla com um guia experiente antes de voltar passando pelos principais pontos da costa sul da Islândia.
Não esperava me sentir tão pequeno perto daquele glaciar. Saímos de Reykjavík bem cedo — ainda meio sonolentos, pra ser sincero — e quando trocamos o ônibus por um super-jipão perto de Vík, já estava completamente acordado. Nosso guia, Jón, distribuiu os crampons com um sorriso que parecia ter visto mil rostos nervosos antes. O ar tinha um cheiro cortante e gelado, quase metálico. Quando finalmente entramos na Caverna de Gelo Katla, estava mais silencioso do que imaginei — só o som das botas no gelo crocante e um “uau” abafado ecoando pelas paredes azuis. Meus dedos ficaram dormentes, mas eu não conseguia parar de tocar aquele gelo ondulado; parecia mais velho que tudo que já vi.
O almoço em Vík foi rápido — tem um cafézinho perto da praia de areia preta onde experimentei um tal de kleinur (tipo um rosquinha torcida). O vento quase levou meu chapéu quando descemos até a praia. Areia preta gruda em tudo. Jón apontou as formações rochosas Reynisdrangar e contou umas histórias malucas sobre trolls que viram pedra ao nascer do sol. Acho que arruinei os nomes islandeses tentando repetir — ele riu mesmo assim.
No caminho de volta para Reykjavík, paramos primeiro em Skógafoss. Dá pra ouvir antes de ver — um estrondo profundo que faz o peito vibrar se você chegar perto. Spray para todo lado; pegamos arco-íris se acertar o ângulo (e a gente acertou). A última parada foi Seljalandsfoss, e sim, dá pra andar atrás da cachoeira — o caminho é escorregadio, mas vale muito a pena aquela sensação estranha de estar dentro de uma cortina d’água olhando para os campos verdes. Meus pés ficaram encharcados, mas, sinceramente? Ainda penso naquela vista de vez em quando.

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