Você vai sair de Husavik num barco antigo de carvalho pela Baía de Skjálfandi, vestido com macacão térmico e com café ou chocolate quente na mão. Fique de olho nas jubartes, golfinhos e, se a sorte ajudar, até baleias azuis — enquanto compartilha momentos tranquilos com seu guia e outros viajantes, com os pássaros marinhos voando ao redor.
O passeio dura cerca de 3 horas pela Baía de Skjálfandi.
Sim, todos recebem macacões impermeáveis e quentinhos.
Você pode avistar jubartes, baleias minke, golfinhos-de-bico-branco, botos e, às vezes, baleias azuis ou-fin em início de verão.
Sim, um guia local profissional acompanha e conta histórias sobre a vida marinha.
Sim, você recebe café ou chocolate quente para se aquecer durante o passeio.
Sim, os barcos tradicionais de carvalho são acessíveis para cadeirantes.
Sim, crianças devem estar acompanhadas por um adulto durante todo o passeio.
Sim, o barco conta com banheiro para os passageiros.
Seu dia inclui um passeio de três horas saindo de Husavik com um guia local profissional pela Baía de Skjálfandi; macacão impermeável para espantar o frio islandês; café ou chocolate quente servidos no convés; banheiro a bordo; além de descontos para os banhos Geosea e entrada no Museu da Baleia de Husavik para continuar a aventura em terra.
A primeira coisa que percebi foi o som da água batendo na lateral do nosso velho barco de carvalho, aquele eco oco sob meus pés enquanto deixávamos o porto de Husavik. Nossa guia, Sigrún, tinha um jeito de apontar detalhes sem parecer uma aula — só um aceno rápido ou uma história sobre o tio dela que viu uma baleia azul bem aqui na Baía de Skjálfandi. Puxei o macacão impermeável até o queixo (que, na verdade, é bem quentinho) e tentei disfarçar o frio, mas o ar daqui é tão puro que parece que te desperta.
Eu nunca tinha feito um passeio de observação de baleias de verdade — e muito menos tão ao norte assim. O céu ficava mudando entre sol e nuvens, e todo mundo ficava de olho na água, esperando o primeiro sinal. De repente alguém gritou “ali!” e todo mundo correu para um lado, quase tropeçando uns nos outros. Uma jubarte apareceu, lenta e enorme, e bateu a cauda tão forte que senti o impacto no peito. Sigrún sorriu pra gente e serviu chocolate quente de uma garrafa velha; quase derrubei o meu quando um golfinho passou voando logo depois. A gente nem imagina o quanto quer ver esses animais até eles estarem bem ali na frente.
Depois da emoção, cai um silêncio estranho — só o som dos pássaros marinhos e as pessoas sussurrando, como se tivessem medo de assustar o que viesse a seguir. Perguntei pra Sigrún com que frequência aparecem baleias azuis (acho que falei errado o islandês), e ela riu — disse que no começo do verão é sempre uma surpresa, às vezes a sorte está do seu lado. Não vimos dessa vez, mas sabe? Isso não fez tanta diferença quanto eu imaginava.
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