Você sai de Reykjavík num micro-ônibus confortável, caminha entre continentes em Thingvellir, sente o vapor dos gêiseres perto do Strokkur e chega pertinho de Gullfoss pra sentir seu spray. Também tem tempo para a cratera Kerið — espere risadas, histórias locais e momentos que ficam com você muito depois do passeio.
O passeio é um dia inteiro saindo de Reykjavík, com várias paradas; espere cerca de 8 horas incluindo deslocamento e visitas.
Sim, o traslado inclui busca em hotéis ou pontos de ônibus indicados em Reykjavík.
O roteiro inclui Thingvellir, Geysir (com Strokkur), cachoeira Gullfoss e a cratera Kerið.
Sim, as taxas do parque nacional já estão incluídas no preço da reserva.
Sim, há Wi-Fi grátis no micro-ônibus durante todo o passeio.
Não, o almoço não está incluso; você pode comprar comida em algumas paradas.
Sim, bebês e crianças pequenas podem participar; carrinhos e assentos especiais estão disponíveis se necessário.
Sim, o passeio acontece na maioria das condições climáticas; vista-se adequadamente para as mudanças do tempo islandês.
Seu dia inclui traslado de ida e volta do hotel ou ponto de ônibus em Reykjavík, taxas de entrada nos parques, Wi-Fi grátis no micro-ônibus com ar-condicionado e portas USB para carregar seus dispositivos, além da companhia de um motorista local que conta histórias em cada parada antes de te levar de volta à cidade.
O micro-ônibus estava mais quentinho do que eu esperava quando embarcamos em Reykjavík — talvez porque o motorista, Jón, cumprimentava cada um pelo nome. Ainda era cedo, mas todo mundo parecia acordado, trocando histórias do que já tinham visto. Partimos rumo a Thingvellir primeiro. Eu nem sabia que dava pra caminhar exatamente onde as placas tectônicas se afastam. O chão sob minhas botas era áspero e frio, e havia uma tensão silenciosa no ar — como se a própria terra prendesse a respiração. Jón apontou um lugar onde, séculos atrás, o parlamento islandês se reunia. Ele brincou que, se a gente escutasse com atenção, podia até ouvir os ecos daqueles debates antigos levados pelo vento (eu tentei; só ouvi os pássaros).
Próxima parada: Geysir. Já tinha visto fotos, mas ver o Strokkur entrar em erupção ao vivo é outra coisa — é tão rápido que você quase pula toda vez. O cheiro de enxofre me surpreendeu no começo (não é tão ruim quanto falam), e uma criança perto de mim começou a fazer a contagem regressiva antes de cada jato, o que fez todo mundo rir. Ficar ali no frio esperando a água fervente subir no céu cria uma expectativa meio estranha. É viciante.
Chegamos em Gullfoss justo quando um raio de sol apareceu — pouco, mas suficiente para pegar o spray e fazer tudo brilhar por um instante. O barulho da cachoeira abafava qualquer conversa; você fica ali, se sentindo pequeno e sortudo por estar tão perto. Depois paramos na cratera Kerið. As pedras vermelhas ao redor pareciam até falsas perto da água azul-esverdeada. Jón contou que os locais às vezes acreditam que elfos moram ali (ele piscou — será que acredita mesmo?). Eu acabei ficando mais tempo do que planejava na beira, sem muita vontade de ir embora ainda.
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