Deixe Dublin para trás e mergulhe em vales verdes, caminhe pelos cantinhos secretos dos Jardins Powerscourt, sinta a névoa da Cachoeira Powerscourt, almoce perto das pedras antigas de Glendalough e pare no Lago Guinness enquanto as nuvens passam pelas colinas — um dia cheio de pequenos momentos que ficam na memória.
O tour dura o dia todo, com transporte saindo de Dublin e visitas aos Jardins Powerscourt, Cachoeira Powerscourt, Glendalough e Lago Guinness.
Sim, o passeio inclui almoço em um restaurante premiado perto de Glendalough; o custo está incluso, exceto entradas em alguns locais.
Não, as entradas para a propriedade Powerscourt (€12,50) e para a cachoeira (€7) são pagas separadamente na chegada.
Sim, o transporte privativo com busca no hotel ou porto em Dublin está incluso.
Sim, bebês podem ir em carrinhos; assentos especiais para crianças pequenas estão disponíveis mediante pedido.
O Lough Tay (Lago Guinness) é famoso pela água escura e formato que lembra uma caneca de Guinness; também já apareceu em filmes como Vikings.
Sim, seu motorista-guia faz comentários durante todo o trajeto e compartilha histórias sobre cada lugar visitado.
Sim, o roteiro é acessível para todos os níveis; as distâncias a pé podem ser ajustadas conforme necessário.
Seu dia inclui transporte privativo com busca no hotel em Dublin, água mineral a bordo, acompanhamento do motorista-guia durante as paradas no Parque Nacional das Wicklow Mountains — incluindo Jardins Powerscourt (entrada à parte), Cachoeira Powerscourt (entrada à parte), almoço perto das ruínas à beira do lago em Glendalough — e um retorno tranquilo até sua porta antes do anoitecer.
Não imaginei que me sentiria tão longe de Dublin tão rápido. Nosso motorista, Eoin, chegou na hora certa — sorriso largo, garrafa térmica na mão — e já estávamos saindo da cidade antes que eu terminasse meu café. A estrada para o sul ficou mais verde e silenciosa, com cercas vivas passando rápido. Era aquele tipo de manhã irlandesa em que as nuvens parecem pesadas, mas tudo está iluminado. Eoin apontou a Sugarloaf Mountain surgindo na névoa; disse que os locais chamam de “o gigante adormecido”. Tentei enxergar um rosto, mas acho que precisava de mais imaginação do que eu tinha às 9 da manhã.
Primeira parada: Jardins Powerscourt — confesso que pensei que jardins seriam meio sem graça, mas o lugar é enorme. Você caminha por terraços italianos e lagos japoneses, com aquele cheirinho de pedra molhada e grama recém-cortada no ar. Paramos para comer scones no café deles (ainda quentinhos) e dar uma olhada nos lenços da Avoca — minha mãe ia amar aquelas cores. Depois fomos para a Cachoeira Powerscourt. É barulhenta, mas de um jeito bom — tipo um ruído branco que faz você esquecer do celular. Fiquei perto o bastante para sentir o spray no rosto; Eoin brincou que era “ar-condicionado irlandês”.
Almoçamos num lugarzinho perto de Glendalough — não lembro o nome, mas tinha pão integral e sopa que parecia feita pela avó de alguém. Entrar em Glendalough foi diferente: mais silencioso, mesmo com outros visitantes por perto. As pedras do antigo mosteiro estão cobertas de musgo, e há um silêncio entre os lagos que só dá para entender estando lá. Nosso guia contou sobre São Kevin e como as pessoas vinham aqui buscar paz, penitência, ou os dois. Ainda penso naquele silêncio às vezes.
Fizemos um desvio até o Lago Guinness — o nome oficial é Lough Tay — que realmente parece uma caneca de Guinness se você apertar os olhos (a areia numa ponta quase parece espuma). Eoin contou sobre filmagens por ali; dizem que Vikings gravaram perto, mas tudo que vi foram ovelhas nos observando desconfiadas atrás dos arbustos. A volta foi tranquila — cada um perdido em seus pensamentos ou só admirando as colinas passando. Se você quer um passeio de um dia saindo de Dublin que te leve para outro mundo por algumas horas... esse é o passeio.
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