Entre na vila de Freshford, Kilkenny, para uma experiência autêntica de hurling: aprenda com um guia local no Kavanaghs Bar, teste suas habilidades no gramado com todo o equipamento, e depois relaxe com uma bebida em um pub irlandês de verdade. Risadas, novos aprendizados (e talvez uns machucados) e aquela sensação acolhedora de fazer parte do que é genuinamente irlandês.
Sim, é para todos os níveis e inclui instruções básicas.
A atividade é na vila de Freshford, perto de Kilkenny, no Kavanaghs Bar e no gramado da praça.
Sim, hurleys (bastões), capacetes e bolas estão inclusos para usar durante a experiência.
Não inclui, mas você pode comprar bebidas no Kavanaghs Bar depois.
Não há duração exata, mas reserve tempo para a introdução, prática no gramado e relaxar no pub.
Sim, cadeirantes podem participar e as instalações são acessíveis.
Sim, bebês e crianças pequenas são bem-vindos; carrinhos de bebê são permitidos.
Sim, animais de serviço são aceitos durante a atividade.
O dia inclui uso de bastões de hurling (hurleys), capacetes e bolas; orientação de um especialista local; acesso a estacionamento e banheiros; além de tempo para relaxar no Kavanaghs Bar após jogar no gramado de Freshford.
A primeira coisa que percebi foi o baque do hurley contra a bola — mais forte do que eu esperava, quase ecoando nas antigas paredes de madeira do Kavanaghs Bar. Nosso guia, Tomás, sorriu com meu espanto e me entregou um bastão (eles chamam de hurley). Ele começou a contar histórias sobre a paixão de Kilkenny pelo hurling, mas eu ainda tentava ajeitar as mãos no bastão. Tinha um cheiro leve de fumaça de turf vindo de algum lugar atrás do balcão — ou será que todo pub irlandês sempre tem esse cheiro? De qualquer forma, parecia que havíamos entrado em algo bem local.
Depois de uma pint (talvez não fosse a melhor ideia antes de balançar o bastão), Tomás nos levou para o gramado na praça de Freshford. A grama estava úmida e macia sob os pés. Ele nos mostrou como fazer um golpe no chão — mais difícil do que parece quando você tenta não bater nas próprias canelas. Algumas crianças assistiam do outro lado da rua, rindo toda vez que alguém errava. A palavra-chave aqui é “experiência de hurling”, mas, na real, parecia mais um convite para um segredo do que uma aula.
Quando finalmente conseguimos acertar alguns passes (mais ou menos), Tomás bateu palmas e disse que merecíamos outra rodada no Kavanaghs. Minhas mãos estavam formigando de tanto segurar o hurley com força. Lá dentro, alguém ligou uma música antiga no rádio e as pessoas começaram a chegar para o almoço. Pensei em como o esporte aqui une a comunidade — todo mundo parecia se conhecer pelo nome ou pelo aceno. Até hoje lembro daquela sensação de pertencimento, mesmo sendo um estranho por apenas uma tarde.
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