Veja Dublin pelos olhos de uma influenciadora local — aprenda dicas reais de Instagram, ouça histórias da cidade e receba ajuda prática para tirar fotos em 5-7 lugares únicos, do St. Stephen’s Green à Grafton Street e becos escondidos. Prepare-se para risadas, surpresas e fotos que você vai querer postar depois.
O tour dura cerca de 90 minutos e passa por 5-7 pontos no centro de Dublin.
Sim, começa com técnicas para iniciantes e é ideal para todos os níveis.
Sim, uma das paradas é dentro de um shopping antigo conhecido pela arquitetura e história musical.
Sim, você vai conhecer lugares como St. Stephen’s Green, Grafton Street e alguns locais secretos.
Sim, bebês e crianças pequenas podem ir no carrinho de bebê.
Sim, animais de serviço são bem-vindos durante o passeio.
Você vai aprender sobre iluminação, composição, horários para postar no Instagram, hashtags e muito mais com a guia.
Sim, alguns lugares podem mudar diariamente conforme o tempo ou novas instalações artísticas na cidade.
Seu dia inclui orientação prática de fotografia com uma influenciadora local em 5-7 pontos de Dublin durante 90 minutos — você vai receber dicas reais para Instagram, ouvir histórias sobre os detalhes e a história da cidade, além de ter várias chances para tirar dúvidas ou pedir dicas específicas de fotos.
Não esperava começar nosso tour de fotografia em Dublin no St. Stephen’s Green, parado embaixo de uma árvore enquanto o ar trazia aquele cheiro de grama molhada (clima irlandês típico, para ser sincero). Nossa guia — Aoife, que consegue ser uma expert no Instagram e, ao mesmo tempo, uma companhia super agradável — nos mostrou como enquadrar os patos no lago. Eu ficava mexendo nas configurações do celular e atrapalhando tudo, mas ela foi super paciente. Até contou sobre sua primeira câmera — um presente do tio — e como uma vez deixou ela cair justamente naquele lago. Talvez seja por isso que ela tenha tanta calma.
Depois, entramos num shopping antigo, todo de vidro e ferro. Eu nunca tinha reparado no teto — a luz entrava em ângulos estranhos, iluminando os rostos das pessoas de um jeito diferente. Aoife apontou onde o U2 fez seus primeiros shows (ela disse que o Bono tinha cabelo naquela época; todo mundo riu). Ela explicou alguns truques básicos do Instagram que eu nunca tinha pensado — como o melhor horário para postar e usar luz natural em vez de filtros. Tentei copiar o ângulo dela para uma foto, mas acabei pegando meu próprio reflexo na janela. Ainda não tô no nível influencer.
A Grafton Street estava movimentada, como sempre — músicos de rua tocando uma guitarra meio triste, gente passando com sacolas e guarda-chuvas. Praticamos fotografia de rua ali, o que para mim foi tentar não parecer muito óbvio tirando fotos de estranhos (mais difícil do que parece). Aoife mostrou como brincar com o contraste e falou das hashtags como se fossem feitiços secretos. Acho que ainda usei elas errado.
As últimas paradas foram uns becos escondidos, com aquelas artes de guarda-chuvas coloridos pendurados — um daqueles lugares que você jamais encontraria sem alguém te levar. As cores quase compensaram a garoa que começou de novo. Terminamos em dois pontos “secretos” que mudam todo dia, dependendo do clima ou das novidades na cidade; Aoife perguntou se alguém queria tentar fotos de retrato ou focar nos detalhes em vez das cenas grandes. Ela realmente prestava atenção.

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