Com o Dublin Freedom Ticket, você vai deslizar entre ícones da cidade como Trinity College e Guinness Storehouse usando ônibus, bondes e trens — tudo incluído. Aproveite paradas espontâneas com viagens ilimitadas e entrada no Little Museum of Dublin. Explore no seu ritmo e talvez acabe rindo das histórias ou se perdendo nas vistas molhadas pela chuva.
O passe é válido por 72 horas a partir do primeiro uso.
Sim, cobre viagens ilimitadas em Dublin Bus, bondes Luas, DART e trens suburbanos na Grande Dublin.
Sim, entrada gratuita no Little Museum of Dublin está inclusa.
Sim, você tem acesso por 48 horas aos ônibus DoDublin Hop-on Hop-off com comentários a bordo.
Sim, todas as opções de transporte são acessíveis para cadeirantes.
Bebês podem ir em carrinhos e devem sentar no colo de um adulto quando necessário.
Sim, animais de serviço são aceitos em todos os transportes incluídos.
Não precisa de dinheiro — o Freedom Ticket cobre todas as linhas incluídas durante a validade.
Seu passe inclui 72 horas de viagens ilimitadas em Dublin Bus, bondes Luas, DART e trens suburbanos pela Grande Dublin, mais 48 horas de acesso aos ônibus turísticos DoDublin Hop-On Hop-Off com áudio a bordo e entrada gratuita no Little Museum of Dublin — tudo com retirada simples e acessibilidade total para carrinhos e cadeiras de rodas.
Estamos na parada de ônibus na O’Connell Street, bilhetes na mão, tentando decidir se começamos pelo Trinity College ou deixamos o próximo ônibus verde da DoDublin escolher por nós. O motorista nos dá um aceno — simpático, sem pressa — e percebo como todo mundo aqui parece seguir seu próprio ritmo. Subimos, pegamos lugar no andar de cima (ventava, mas valeu pela primeira vista do Liffey) e ligamos o áudio guia. É engraçado ouvir histórias sobre U2 e a rainha Vitória enquanto os locais discutem futebol calmamente lá embaixo. Não esperava rir tanto num tour pela cidade.
O Dublin Freedom Ticket cobre todos os ônibus, bondes (o Luas é super tranquilo — quase silencioso), até os trens DART rumo à costa, se quiser. Usamos principalmente para pular entre os lugares: Guinness Storehouse (o cheiro de cevada torrada chega antes da vista), Jameson Distillery (tentei falar Bow St., e falhei feio), e depois uma parada diferente — o Little Museum of Dublin. Nossa guia era pura energia, gesticulando enquanto contava como Dublin mudou em apenas cem anos. Tem uma carta antiga do U2 em exposição; nem sou fã, mas ver a letra do Bono me deixou com uma nostalgia estranha.
Às vezes só pegávamos o ônibus sem destino — vendo a chuva bater na janela, ouvindo os sotaques mudarem conforme as pessoas entravam e saíam. O passe vale por 72 horas a partir da primeira viagem, então não precisa correr para ver tudo num dia só. Ainda lembro da sensação de liberdade — descer onde parecia legal (e, confesso, às vezes me perder). O melhor? Nunca precisei procurar moedas ou me preocupar com qual linha pegar; tudo funcionou numa boa.

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