Desembarque do seu navio e entre num passeio em grupo pequeno pela costa selvagem da Irlanda do Norte, com espaço extra para as pernas e um guia local contando histórias pelo caminho. Caminhe pelas pedras do Giant’s Causeway, almoce em Ballycastle e sinta o vento do mar na Antrim Coast Road — uma experiência mais íntima do que você imagina, que fica na memória mesmo depois de voltar ao navio.
O passeio dura o dia todo e retorna ao porto de Belfast antes da saída do navio.
O acesso para caminhar nas pedras do Giant’s Causeway é gratuito; o centro de visitantes é opcional e não está incluído.
Sim, o transporte de ida e volta do porto de Belfast está incluído, exclusivo para passageiros de cruzeiros.
Os ônibus levam de 19 a 27 passageiros para garantir uma experiência mais personalizada.
Não há almoço incluso; você terá tempo livre em Ballycastle para escolher entre pubs e cafés locais.
Sim, o roteiro inclui Dunluce Castle, almoço em Ballycastle, café em Cushendall, mirante Portaneevy, além de passeios pelas Glens of Antrim e pela Antrim Coast Road.
Bebês podem participar se estiverem no colo de um adulto; cadeiras de rodas dobráveis são permitidas se acompanhadas por alguém que ajude no embarque e desembarque.
Se houver tempo após o passeio na costa, passaremos por locais importantes como os murais da Falls Road e os Peace Walls antes de voltar ao porto.
Seu dia inclui transporte com micro-ônibus confortável saindo do porto de Belfast, guia local ao vivo durante os passeios pela Antrim Coast Road e Glens of Antrim, acesso gratuito para caminhar nas pedras do Giant’s Causeway (centro de visitantes opcional), paradas no mirante do Dunluce Castle e no Portaneevy com vista para a ponte Carrick-A-Rede, além de tempo livre para almoço em Ballycastle antes de voltar com segurança ao navio.
Quando saí do navio em Belfast, confesso que só fiquei aliviado ao ver nosso micro-ônibus — nada daqueles ônibus gigantes que te engolem. O motorista, Paul, acenou e brincou sobre o “espaço extra para as pernas” (ele não estava exagerando — meus joelhos tinham espaço de sobra). Partimos pela Antrim Coast Road, com as janelas entreabertas. Tem um cheiro salgado e de grama aqui que é difícil de explicar, mas ficou na minha cabeça o dia todo. Paul foi contando histórias sobre Finn McCool e os gigantes — metade mito, metade história, tudo com aquele humor seco típico do Norte da Irlanda. Não esperava rir tanto antes das 10 da manhã.
A primeira parada de verdade foi no Giant’s Causeway. Já tinha visto fotos, mas é outra coisa estar em cima daquelas pedras hexagonais — elas são frias e surpreendentemente lisas ao toque. Alguns foram direto para o centro de visitantes (não precisa pagar para entrar, só se quiser), mas eu preferi caminhar perto da água e ouvir o vento assobiando entre aquelas formações rochosas estranhas. Vi um casal da Espanha tentando tirar uma selfie com uma gaivota teimosa que não parava de aparecer — me fez sorrir sem motivo.
Almoçamos em Ballycastle — deu tempo justo para comer um fish pie num pub pequenininho onde parecia que todo mundo se conhecia. O barman me chamou de “love”, o que foi uma surpresa boa quando você está longe de casa. Depois, paramos no Castelo Dunluce, que fica pendurado na beirada daqueles penhascos selvagens; eu não conseguia entender como alguém conseguiu construir aquilo sem despencar. O céu ficava mudando entre sol, garoa, tudo parecia lavado e brilhante, e de repente cinza de novo.
Na volta, Paul nos levou pelos Glens of Antrim e apontou lugares com nomes que eu nem conseguia pronunciar (ele tentou ensinar um — fracasso total da minha parte). Contou histórias de antigas rivalidades e folclore; em um momento só fiquei olhando as ovelhas pastando sob nuvens baixas. Fizemos uma rápida parada para café em Cushendall e chegamos em Belfast justo quando minhas pernas começaram a ficar inquietas de novo. Se você está preocupado em voltar a tempo para o navio — relaxa. Eles sabem exatamente o que fazem.
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