Viaje de Londres por cidades de conto de fadas e parques nacionais selvagens do País de Gales com um guia local a cada passo. Prove delícias galesas em Hay-on-Wye, suba as torres ventosas do Castelo de Harlech (entrada incluída), fique de olho nos golfinhos em New Quay e explore as costas selvagens de Pembrokeshire — tudo com tempo para suas próprias descobertas.
O grupo tem no máximo 16 passageiros.
Sim, o ingresso para o Castelo de Harlech está incluso.
O tour começa e termina no centro de Londres.
Sim, quatro noites em quartos com banheiro privativo e café da manhã incluídos.
Usamos um micro-ônibus Mercedes de 16 lugares, topo de linha, durante todo o tour.
Crianças menores de 5 anos não podem participar; menores de 18 devem estar acompanhadas por um adulto.
Não, apenas o café da manhã está incluso; almoço e jantar são por conta do viajante.
Você pode levar uma mala média (20kg) e uma bolsa pequena para itens pessoais a bordo.
O passeio inclui transporte em micro-ônibus confortável com guia local experiente, quatro noites em acomodação com banheiro privativo e café da manhã (pousada ou hotel), entrada para o Castelo de Harlech, além de várias paradas para explorar vilarejos, castelos e praias — e claro, o embarque no centro de Londres está incluso.
“Você precisa provar o bara brith daqui,” sorriu nosso guia e motorista, Gareth, enquanto chegávamos em Hay-on-Wye. Eu nunca tinha ouvido falar — é um pão denso com frutas, que lembra chá com especiarias e livrarias antigas. Passeamos por livrarias tortas (sério, tem muitas) antes de subir para as Montanhas Cambrianas. O ar ficou mais fresco; ovelhas por todos os lados, e eu tentava tirar fotos pela janela do micro-ônibus, mas todas saíam tremidas. A viagem foi longa, mas nem parecia — talvez porque o Gareth não parava de contar curiosidades sobre poetas e conflitos na fronteira.
Quando vimos Snowdonia pela primeira vez, alguém no fundo do ônibus sussurrou um “uau” sem querer. Névoa grudava nos picos e dava para sentir o cheiro da grama molhada da chuva da noite anterior. Em Beddgelert, Gareth contou a lenda de Gelert — o cachorro fiel — e mesmo eu não sendo muito de histórias folclóricas, o túmulo parecia triste e verdadeiro. Depois fomos ao Castelo de Harlech; suas muralhas ainda se erguem sobre o mar como um desafio. Os ingressos estavam incluídos, então entramos direto e subimos aquelas escadas em espiral (minhas pernas ainda doem só de lembrar). O vento lá em cima quase levou meu chapéu embora.
O terceiro dia foi pura cor — as casas pintadas de Aberaeron pareciam até de mentira contra o céu cinza. Almoçamos em New Quay; fish and chips na beira do porto enquanto as gaivotas nos observavam esperançosas. Alguém achou que viu um golfinho além dos barcos — até hoje não sei se era brincadeira, mas ficamos todos olhando para o mar por um bom tempo. Depois exploramos as ruínas cobertas de musgo da propriedade Dinefwr, e terminamos em Tenby, onde me perdi tentando achar minha pousada (era só a 10 minutos, mas com a mala pareceu mais).
A Costa de Pembrokeshire tem uma beleza selvagem que parece antiga — penhascos desmoronando no mar azul, igrejinhas escondidas atrás de cercas vivas. Almoçamos em St Davids: um simples queijo quente e chá forte numa cafeteria onde todo mundo parecia se conhecer. As muralhas do Castelo de Pembroke são tão grossas que fazem você se sentir pequeno; peguei no muro só porque ele era frio e parecia milenar. Na última manhã, paramos no Museu ao Ar Livre de St Fagans, perto de Cardiff — galinhas ciscando entre casas antigas — e depois fizemos uma última caminhada por Castle Combe antes de Londres nos engolir de novo.
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