Você vai seguir o Declan pelos becos de Londres enquanto ele conta histórias reais de serial killers e fatos raros que não aparecem em documentários. Prepare-se para risadas entre relatos assustadores, desafios de perfil criminal e um final num pub vitoriano clássico — se tiver coragem para ficar até o fim.
O tour cobre cerca de 3,2 km (2 milhas) em aproximadamente duas horas, num ritmo acelerado.
A idade mínima é 12 anos, por causa do conteúdo perturbador; crianças devem estar acompanhadas por um adulto.
O passeio é guiado por Declan McHugh, especialista em serial killers britânicos e internacionais.
Sim, há uma seção detalhada sobre Jack, o Estripador, com teorias e desafios de perfil criminal.
Sim, todas as áreas são acessíveis para cadeirantes e carrinhos de bebê.
O tour acontece em qualquer clima; vista-se adequadamente para chuva ou calor.
O tour inclui transporte de ida e volta de pontos de encontro no centro de Londres.
Sim, você pode comprar uma cópia autografada de "Bloody London" com o Declan no final do passeio.
Sua noite inclui transporte dos pontos designados, histórias ao vivo com o Declan — um verdadeiro especialista local — e entrada em locais com atmosfera única. No fim, você terá tempo para comprar uma cópia autografada do best-seller “Bloody London” antes de seguir noite adentro.
Não tem como se acostumar com a sensação de seguir o Declan por aquelas ruas estreitas de Londres — parece que a cidade muda de forma à noite. Começamos num lugar comum (acho que tinha um Pret ali perto?), mas em poucos minutos ele já nos contava a história de duas garotas desaparecidas, anos de diferença, bem na estação Barbican. Lembro do jeito que o Declan fez uma pausa antes de falar do padrão do assassino — nada dramático, só cuidadoso. Alguém do meu lado estremeceu e percebi que estava prendendo a respiração.
O Declan tem um jeito de fazer a gente rir exatamente quando precisa. Em um momento, ele pediu para votarmos nos filmes de terror mais assustadores (eu soltei “O Iluminado”, que aparentemente é básico — a Li riu de mim). Aí voltamos para o lado mais sombrio: profanadores de túmulos, médicos do St Bartholomew’s que não faziam muitas perguntas. Depois disso, a cidade parecia outra — como se cada tijolo antigo escondesse um segredo.
A parte do Jack, o Estripador, foi intensa, mas nada daquele papo de tour turístico. Ficamos perto da Fleet Street enquanto o Declan explicava sua teoria sobre o suspeito (ele escreveu um capítulo inteiro sobre isso). Ele lançou uma pergunta difícil — só 1 em 500 acerta? Pois é, nem tentei. Depois, entramos num beco úmido e antigo; alguém sussurrou que sentiu um frio estranho, mesmo sem estar tão frio lá fora. Talvez só nervos.
Gostei que o Declan nunca apressou o grupo, mas manteve um ritmo bom — duas milhas passaram rápido, mesmo com todas as paradas para histórias e perguntas. Terminamos num pub vitoriano (Princess Louise), mas depois da última história sobre um assassino famoso e suas ações... digamos que hesitei antes de pedir uma cerveja. Ele também vendeu seu livro lá — autografou o meu com uma piada meio estranha sobre “não confiar em estranhos”. Até hoje penso em alguns detalhes daquela noite.
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