Você vai caminhar por Whitechapel à noite com um guia local, usando projetores portáteis Ripper-Vision para ver imagens reais da época de Jack, o Estripador. Ouça histórias sobre vítimas e suspeitos enquanto explora becos sombrios e para em locais famosos — prepare-se para momentos que ficam na memória.
Sim, é indicado para todos os níveis de preparo físico.
Sim, o tour funciona em qualquer condição climática — vista-se adequadamente.
Sim, animais de serviço são permitidos.
Sim, há opções de transporte público próximas.
Não, não é recomendado para quem tem problemas cardiovasculares.
O tour inclui um guia profissional durante todo o passeio.
Sua noite inclui uma caminhada guiada por Whitechapel com um especialista local que traz a história à vida usando projetores portáteis Ripper-Vision — não precisa levar nada além da sua curiosidade (e talvez um agasalho se estiver frio).
Começamos em Whitechapel assim que as luzes da rua acenderam, com nosso guia já nos esperando — ele tinha um humor seco que me deixou à vontade na hora. O grupo era uma mistura de rostos curiosos, alguns moradores, outros como eu, só de passagem por Londres por alguns dias. Não esperava que as ruas ficassem tão silenciosas à noite, nem que os tijolos antigos parecessem tão frios quando você está lá de verdade. Nosso guia distribuiu uns projetores pequenos — ele chamou de Ripper-Vision — e de repente apareceram fotos enormes em preto e branco nas paredes. Foi uma sensação estranha, quase íntima, como se tivéssemos voltado no tempo.
Ficava pegando o cheiro de cebola frita vindo de uma kebaberia perto, o que era estranho já que estávamos falando de cenas de assassinato. O guia apontava os cantos onde tudo aconteceu — ele parava e deixava a gente imaginar por um segundo antes de mostrar outra imagem. Em um momento, perguntou se alguém acreditava em alguma das teorias; alguém do grupo tentou defender uma (não lembro qual), mas, sinceramente, eu estava mais distraído vendo a fumaça da minha respiração no ar frio. Tem algo em ver aqueles rostos projetados nas paredes reais que faz tudo ficar marcado na memória.
Ele também contou histórias das vítimas — não só do Jack, o Estripador, mas de quem elas eram antes disso tudo. Isso me surpreendeu. Achei que o foco seria só no assassino, mas era mais triste e humano do que eu esperava. Andamos por vielas estreitas onde meus sapatos arranhavam as pedras antigas, e eu não parava de pensar em quantas pessoas devem ter passado por ali ao longo dos anos. No fim, quando ele desligou o projetor e nos deixou ali em silêncio por um minuto, ninguém queria ser o primeiro a sair. Até hoje penso naquela última viela.
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