Você vai rodar pelos bairros de Londres onde lendas do rock viveram e tocaram, ouvindo histórias de um guia local que conhece cada cantinho. Atravesse Abbey Road (sim, de verdade), explore as raízes musicais de Notting Hill, veja estúdios famosos do ônibus e dê uma espiada nos clubes antigos de Soho — tudo isso com muitas risadas e surpresas pelo caminho.
Não, mas os passeios saem do Millennium Gloucester Hotel, perto da estação Gloucester Road, a partir de 1º de abril de 2026.
Sim, há uma parada onde você pode atravessar a famosa faixa de Abbey Road para tirar fotos.
A duração exata não está especificada, mas espere algumas horas com paradas em vários bairros de Londres.
Não é recomendado para crianças de até 5 anos.
O passeio é panorâmico de ônibus, com algumas caminhadas curtas e paradas para fotos opcionais.
Você vai conhecer Chelsea, Kings Road, Kensington, Notting Hill, St John’s Wood (Abbey Road), Soho e mais.
Não, você verá o estúdio por fora e atravessará a faixa famosa na rua.
Não, o almoço não está incluído nem faz parte do passeio.
Seu dia inclui transporte em ônibus com ar-condicionado pelos principais bairros musicais de Londres, com comentários de um guia especialista em rock. Haverá paradas para fotos — incluindo tempo para atravessar Abbey Road — e algumas caminhadas curtas opcionais antes de voltar ao ponto de partida.
Confesso que quase perdi o ônibus porque não achava a rua certa perto da Gloucester Road — clássico eu. Mas nosso guia (acho que o nome dele era Steve?) só sorriu e acenou, como se já tivesse visto tudo aquilo antes. O ônibus tinha um cheirinho de vinil antigo, talvez só minha imaginação, mas já criou o clima. Passamos por Chelsea primeiro, onde Steve apontou uma porta discreta que, dizem, já foi palco de festas malucas do Bowie. Hoje em dia, nem dá pra imaginar; tem uma floricultura ao lado com vasos de lírios na entrada. Alguém no ônibus começou a cantarolar “Life on Mars?” baixinho — não sei quem, mas me fez sorrir.
Notting Hill foi diferente do que eu esperava — menos cenário de filme, mais bairro de verdade. Steve contou sobre os últimos dias do Hendrix por ali e como os ritmos caribenhos influenciaram o som local. O ar cheirava a chuva em tijolos antigos (começou a garoar mesmo), e alguns de nós colamos o rosto na janela tentando ver as placas azuis ou os estúdios antigos. Em um momento, paramos para fotos; tentei capturar a placa de uma loja de discos velha, mas só peguei meu reflexo no vidro. Nem toda foto vira capa de álbum, né?
O ponto alto foi, sem dúvida, Abbey Road — não só pela faixa em si (claro que todos nós fizemos aquela caminhada desajeitada dos Beatles enquanto o trânsito esperava). O mais legal foi ver estranhos ajudando uns aos outros a tirar a foto perfeita, rindo quando alguém perdeu um sapato no meio do passo. Tem algo emocionante em estar onde tanta história da música aconteceu — mesmo que seja só uma rua comum com linhas pintadas. Depois, passamos por Soho e por clubes que eu só conhecia de livros; Steve citava nomes como Queen e The Clash como se fossem vizinhos. Até hoje lembro daquele dia quando escuto essas músicas no rádio.
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