Você vai seguir a verdadeira história dos Beatles por Liverpool — desde ficar em frente à casa de infância do Paul McCartney até passear pelos jardins de Strawberry Field e ouvir histórias do encontro de John com Paul. Com entrada para a exposição, guia local, grupo pequeno e música durante o passeio, você vai se sentir mais perto do mundo deles do que imagina.
O passeio dura meio dia, saindo do terminal de cruzeiros de Liverpool e passando por vários pontos importantes dos Beatles.
Não, a entrada nas casas de infância não está incluída; é preciso reservar separadamente pelo National Trust.
Sim, o transporte executivo com ar-condicionado está disponível durante todo o tour em grupo pequeno.
Seu ingresso inclui acesso aos jardins de Strawberry Field e à exposição com memorabilia dos Beatles, incluindo o piano do John Lennon.
O grupo é limitado a no máximo 15 pessoas para garantir uma experiência mais íntima.
O passeio começa na área de recepção do cruzeiro em Liverpool e termina próximo à Mathew Street ou retorna ao ponto inicial, conforme sua preferência.
Sim, bebês são bem-vindos, mas devem ficar no colo de um adulto; carrinhos de bebê são permitidos.
O veículo é acessível para cadeiras de rodas dobráveis e as caminhadas durante as paradas são curtas.
Seu dia inclui transporte do Terminal de Cruzeiros de Liverpool ou ponto de encontro no centro, transporte executivo confortável com ar-condicionado, ingressos para os jardins e exposição de Strawberry Field com audioguia, além de um guia especialista que conta histórias em cada parada antes de levar você ao local de desembarque escolhido.
Não esperava que nosso tour dos Beatles em Liverpool começasse com a guia cantando baixinho “Penny Lane” enquanto esperávamos do lado de fora do terminal de cruzeiros. Ela tinha um jeito tão natural de fazer a gente se sentir como velhos amigos — chamou nosso grupo de “a banda” e o apelido pegou. A van executiva era mais confortável do que eu imaginava (sem bancos grudados), e assim que partimos, ela distribuiu uma playlist. É curioso como ouvir “Strawberry Fields Forever” enquanto realmente seguimos para Strawberry Field faz a música ganhar outro significado — dá até para sentir o cheiro da grama molhada que Lennon conheceu na infância.
Paramos em frente à antiga casa do Paul McCartney na Forthlin Road. Não dá para entrar sem reservar antes pelo National Trust, mas ali parado, me peguei imaginando ele adolescente, saindo escondido depois do toque de recolher. A guia apontou detalhes pequenos — tinta descascando nas janelas, uma bicicleta velha encostada na cerca — e contou como John conheceu Paul no salão da St Peter’s Church. Tivemos a chance de entrar por um instante (algo nem sempre possível) e ela mostrou exatamente onde tudo aconteceu. Ficou um silêncio estranho entre a gente; até o barulho do trânsito lá fora parecia ter parado.
Woolton Village parecia um lugar esquecido no tempo — um cachorro latiu para a gente atrás de um portão e um senhor acenou do jardim. Em Strawberry Field, atravessamos os portões vermelhos e me perdi lendo as mensagens deixadas por fãs em pedaços de papel presos nos galhos. A exposição é pequena, mas cheia de detalhes; ver de perto o piano do Imagine do Lennon me emocionou de um jeito inesperado (não sou de me emocionar assim). A guia riu quando tentei falar “Menlove Avenue” com meu melhor sotaque Scouse — falhei feio.
Depois fomos para Penny Lane — sim, ainda tem uma barbearia com fotos na vitrine. Tiramos fotos no letreiro da rua, todos virando turistas de carteirinha (por que não, né?). O mural perto da casa da infância do Ringo Starr é enorme e colorido; as crianças jogavam futebol ali perto sem nem notar a gente. Terminamos na Mathew Street, perto do Cavern Club — a música saía do lugar mesmo no meio do dia — e alguns ficaram ali, absorvendo tudo antes de voltar para a orla. Ainda penso naquele silêncio na St Peter’s Church às vezes — sabe como é?
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