Você vai explorar o templo milenar de Prambanan com um guia local, jantar com vista para as torres e depois curtir o Ballet Ramayana em assentos VIP, vendo lendas épicas ganharem vida num cenário iluminado — uma noite que vai ficar na memória muito depois de sair de Yogyakarta.
O espetáculo acontece somente às terças, quintas e sábados.
Sim, o jantar está incluso no Rama-Shinta Resto ou no Abhaya Giri, caso o primeiro esteja cheio.
Os assentos VIP são ao ar livre na estação seca; na estação chuvosa, são usados assentos especiais em ambiente fechado.
Sim, o transporte em veículo com ar-condicionado está incluído na reserva.
Sim, um guia local acompanhará você para contar a história e as lendas do templo.
A visita inclui o pôr do sol no templo, o jantar e o espetáculo de ballet, totalizando algumas horas.
Durante a estação chuvosa (novembro a abril), o ballet é apresentado em ambiente fechado, com os melhores assentos disponíveis.
Sim, o passeio é adequado para todos os níveis de condicionamento físico, segundo os organizadores.
Sua noite inclui transporte do hotel no centro de Yogyakarta em veículo com ar-condicionado, entrada no Templo Prambanan com guia local especializado que conta sua história e lendas, jantar indonésio no Rama-Shinta Resto (ou Abhaya Giri, se necessário), além de assentos VIP para o espetáculo do Ballet Ramayana — ao ar livre ou em ambiente fechado, conforme o clima — com retorno ao final.
Já estávamos explorando as imponentes torres do Templo Prambanan quando nosso guia, Pak Roni, parou para mostrar uma escultura de um deus macaco — Hanuman, acho? Ele explicou como essas histórias ainda vivem por aqui, não só nas pedras, mas no dia a dia das pessoas. O calor da tarde começava a ceder; um leve aroma de frangipani e incenso pairava no ar. Lembro de passar a mão por uma das paredes do templo — fria e áspera, mesmo depois de tantos séculos. Era estranho como o lugar estava tão silencioso para ser tão famoso. Talvez todo mundo estivesse esperando o pôr do sol.
Depois veio o jantar — nos acomodaram no Rama-Shinta Resto, com uma vista direta para os templos (embora nosso motorista tenha dito que às vezes o jantar acontece no Abhaya Giri, quando está cheio). A comida era toda típica da Indonésia: satay, sambal picante que me fez tossir e rir ao mesmo tempo, e arroz enrolado em folha de bananeira. Ao lado, um casal comemorava algo; suas risadas se misturavam ao som distante da passagem de som do palco do ballet. Tentei agradecer com um “terima kasih” para a garçonete — ela sorriu e corrigiu minha pronúncia. Quase lá, né?
O Ballet Ramayana é difícil de descrever sem parecer exagero. Você assiste ao ar livre (a não ser que chova), com Prambanan iluminado atrás e uma orquestra gamelã ao vivo — sons metálicos e hipnóticos que vibram no peito. As roupas dos dançarinos brilhavam sob as luzes que mudavam, e de vez em quando fogos de artifício explodiam ao fundo. Em uma cena do rapto de Sinta, percebi que parei de respirar por um segundo. O espetáculo dura algumas horas, mas o tempo parece voar quando você vê uma história tão antiga ganhar vida exatamente onde ela aconteceu.
Não esperava me sentir tão conectado a uma lenda antiga ou me importar com quem vence numa batalha de dança entre reis e macacos, mas aconteceu. Até hoje, quando escuto gamelã no celular ou sinto cheiro de satay grelhado, sou transportado de volta àquela noite sob o céu javanês.
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