Você vai se divertir entre macacos sapecas na floresta de Ubud, voar sobre os arrozais esmeralda de Tegalalang num balanço na selva, nadar sob a Cachoeira Tegenungan e respirar o incenso do Templo Tirta Empul — tudo com guia local e transporte do hotel incluso. Prepare-se para momentos que ficam na memória muito depois de secar o corpo.
O passeio dura várias horas, incluindo paradas em cada atração; o tempo exato depende do seu ritmo e do trânsito.
Sim, o transporte de ida e volta está incluso para a maioria dos hotéis em Ubud, Sanur, Seminyak, Legian, Kuta, Jimbaran, Canggu e Nusa Dua.
Sim, é permitido nadar na Cachoeira Tegenungan; leve roupa de banho se quiser se refrescar.
Não, o almoço não está incluído; mas água mineral é fornecida durante todo o passeio.
Estão incluídas as taxas de estacionamento e impostos locais conforme o roteiro; as entradas são cobradas onde o operador especifica.
O passeio é adequado para a maioria dos níveis físicos, mas envolve caminhada e alguns degraus em certos pontos.
Não, segundo costumes locais, mulheres menstruadas não podem entrar no Templo Tirta Empul.
Seu dia inclui transporte privativo com ar-condicionado e busca no hotel em áreas populares de Bali como Ubud e Seminyak, guia-motorista que fala inglês e conhece todos os atalhos (e histórias dos macacos), água mineral para se refrescar entre as paradas, além de todas as taxas de estacionamento e impostos locais para você não se preocupar com trocados.
Já se perguntou se os macacos realmente roubam óculos de sol? Pois é, eles fazem mesmo. A Floresta dos Macacos em Ubud foi nossa primeira parada — logo depois que nosso motorista nos buscou (cedo, mas na medida certa, o que eu gostei). O lugar é cheio de sombra e um pouco úmido sob as árvores de noz-moscada. O ar tem um cheiro meio terroso, e você escuta os macacos antes de vê-los — uns gritinhos e folhas mexendo. Nosso guia Wayan ria da minha tensão o tempo todo. Ele nos mostrou as estátuas cobertas de musgo que protegem os antigos templos dentro da floresta; não sei o que eu esperava, mas o lugar tinha um clima quase secreto. Um macaco tentou desamarrar meu cadarço — Wayan só sorriu como se já tivesse visto isso mil vezes.
Depois fomos para os arrozais de Tegalalang. É mais íngreme do que parece nas fotos — tipo escadas verdes caindo no vale. Tem um balanço pendurado entre duas palmeiras bem na beirada. Quase desisti, mas pensei: por que não? Você é preso e, de repente, está voando sobre aqueles campos verdes vibrantes. Meu estômago deu um salto, depois só senti o vento e meus gritos (eu mesmo). Depois caminhamos pelas terras e Wayan explicou como funciona o sistema de irrigação Subak — ele apontou uns canais cavados na terra, por onde a água escorria. Me fez pensar em todo o trabalho que tem em cada prato de arroz.
A próxima parada foi a Cachoeira Tegenungan — uns vinte minutos de carro. O barulho vai ficando mais alto conforme você desce até ela. Tinha famílias se refrescando na piscina natural, alguns moradores sentados nas pedras conversando baixinho enquanto as crianças brincavam perto. A água estava gelada, mas foi um alívio depois de suar tanto em Ubud. Não fiquei muito tempo (sou meio medroso com água fria), mas foi revigorante.
Por fim, visitamos o Templo Tirta Empul. Dá pra sentir o cheiro de incenso antes mesmo de ver os portões — um aroma doce e defumado misturado com pedra molhada das fontes. Vimos pessoas se preparando para o banho ritual; algumas pareciam nervosas, outras serenas. Wayan contou que aqui os desejos se realizam se você se banhar nas doze fontes — eu pulei o banho de novo, mas fiquei perto de uma das piscinas só ouvindo tudo: cantos, água batendo, alguém rindo baixinho atrás de mim. No caminho de volta, não parei de pensar naquele balanço — até agora sinto um friozinho no peito só de lembrar.
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