Você vai fazer compras em um mercado balinês de verdade, aprender a preparar nove pratos locais do zero com um chef simpático, visitar arrozais e saborear suas próprias criações no almoço — tudo em uma manhã tranquila em Ubud.
Não, a visita ao mercado tradicional só acontece nas aulas da manhã, pois o mercado fecha à tarde.
Claro! É só avisar suas preferências alimentares pelo menos um dia antes para prepararmos opções vegetarianas.
O transporte está incluso apenas para hotéis no centro de Ubud. Para locais fora da área, há uma taxa extra — é só avisar na hora da reserva.
Sim! Você ganha cópias impressas das nove receitas balinesas para levar para casa após a aula.
O dia inclui transfer ida e volta do hotel no centro de Ubud, todos os ingredientes para os nove pratos balineses, tour guiado pelo mercado local (manhã apenas), visita aos arrozais, bebida de boas-vindas, almoço ou jantar buffet com suas próprias criações, água mineral durante toda a experiência e receitas impressas para levar. Opções vegetarianas disponíveis mediante aviso prévio.
Os galos já cantavam quando nosso motorista veio nos buscar no hotel. O ar estava fresco, quase úmido, enquanto cruzávamos as ruas tranquilas de Ubud rumo ao mercado da manhã na vila de Tampaksiring. Nosso guia, Wayan, nos recebeu com um sorriso e nos levou direto para o agito — vendedores anunciando preços, cestos cheios de pimenta e cúrcuma empilhados. A cada esbarrão, o aroma das folhas frescas de kaffir lime invadia o ar. Se você quer saber o que os locais realmente compram para o café da manhã, aqui é o lugar — bananas fritas pequenas embrulhadas em jornal e mulheres negociando maços de capim-limão.
Depois do mercado, paramos em um mosaico de arrozais nos arredores da cidade. O sol já começava a esquentar, mas ainda havia orvalho na grama. Wayan explicou como as famílias plantam e colhem juntas — e até nos mostrou como identificar os brotos jovens do arroz dos que já estão prontos para a colheita. De volta ao quintal da família dele, recebemos um copo gelado de chá doce antes de arregaçar as mangas.
A cozinha exalava cheiro de coco torrado e alho enquanto começávamos a preparar a pasta de temperos — a base de quase tudo por aqui. Picamos chalotas (meus olhos lacrimejaram), moemos gengibre no pilão de pedra e rimos quando alguém colocou pimenta demais sem querer. Nove pratos depois — como Ayam Bumbu Bali (frango frito com temperos balineses) e Tempe Manis (tempeh frito doce) — sentamos para almoçar estilo buffet sob um telhado de bambu. Todo mundo trocava histórias sobre o prato favorito; até agora não sai da minha cabeça aquela sopa de legumes. Antes de voltar ao hotel, Wayan distribuiu as receitas impressas para que pudéssemos tentar em casa.

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