Comece com o transfer do hotel, atravesse para Nusa Penida de barco e encontre seu guia local no porto. Caminhe descalço na areia branca de Diamond Beach, admire os penhascos selvagens de Kelingking (e tente a foto famosa), depois refresque-se em Angel’s Billabong ou Crystal Bay antes de voltar—prepare-se para sol na pele, sal no cabelo e histórias inesperadas.
O passeio dura quase o dia todo, começando com o transfer pela manhã e retornando ao porto por volta das 15h.
Sim, o transfer de ida e volta do hotel está incluso na reserva.
As principais paradas são Diamond Beach, Kelingking Beach, Angel’s Billabong, Broken Beach e Crystal Bay.
Sim, todas as taxas e entradas já estão cobertas na sua reserva.
Não inclui almoço, mas há opções para comprar lanches e bebidas durante o trajeto.
Sim—você pode conversar com o motorista ou guia na chegada para ajustar o roteiro ou fazer pedidos especiais.
É possível nadar em Angel’s Billabong (com cuidado) e Crystal Bay; alguns lugares têm pedras afiadas, então leve um calçado adequado.
Leve chapéu, protetor solar, câmera, óculos de sol, roupa extra e calçado confortável para áreas com pedras.
Seu dia inclui transporte privativo com ar-condicionado do hotel em Bali até o porto de Sanur e retorno após o passeio em Nusa Penida. Todas as entradas são pagas antecipadamente para você não precisar se preocupar com ingressos ou dinheiro durante o passeio. Você terá um guia/motorista profissional que fala inglês e transfers rápidos de barco—basta levar você mesmo (e protetor solar extra, se quiser).
Vou ser sincero—não esperava que a travessia de barco de Bali para Nusa Penida já fosse uma aventura por si só. O ar tinha cheiro de sal e um toque fresco, e eu ficava olhando para o continente ficando cada vez menor. Nosso motorista, Wayan, nos esperava no porto—ele sorriu ao ver o quanto de protetor solar eu tinha passado (exagerado? talvez). Perguntou se queríamos seguir o roteiro tradicional ou fazer algo diferente; adorei poder escolher na hora. A primeira parada foi Diamond Beach. A areia ali é quase branca, mas o que me chamou atenção mesmo foram os penhascos—irregulares, meio intimidadores de um jeito bom. Tinha alguns turistas, mas a maioria eram locais vendendo cocos fresquinhos. Experimentei um e acabei derramando metade na camisa—Wayan riu e me passou lenços sem dizer nada.
A próxima foi Kelingking Beach. Todo mundo quer a foto com o penhasco em forma de T-Rex (realmente parece), mas, para ser honesto, é tão impressionante ver a galera tentando descer aquelas escadas íngremes. Não fomos até o fim—meus joelhos disseram “não, obrigado”—mas ficamos um tempo ouvindo o barulho das ondas lá embaixo. É bem alto, mais do que parece nas fotos. Em algum momento entre as paradas, Wayan apontou pequenos santuários escondidos nas árvores e contou histórias das cerimônias que viu quando criança. A ilha tem um clima diferente de Bali—mais tranquila, com um lado mais rústico talvez.
Angel’s Billabong estava escorregadio (leve um calçado bom, sério) mas valeu a pena pela sensação de silêncio estranho que rola sobre a piscina natural quando ninguém fala nada. Vimos alguém corajoso nadando; eu só molhei os pés e desisti—água mais fria do que eu esperava e as pedras são afiadas. A última parada foi Crystal Bay para nadar e fazer snorkel. A água é tão cristalina que dá para ver os pés sumindo na névoa azul-esverdeada. Tinha famílias fazendo piquenique sob as palmeiras, crianças correndo atrás umas das outras com baldinhos de plástico.
Às 15h estávamos de volta ao porto, queimados de sol, com areia por todo lado e cansados daquele jeito gostoso que só um dia de verdade ao ar livre proporciona—nem tudo saiu perfeito (perdi meus óculos escuros em algum lugar entre as paradas), mas ainda penso naqueles penhascos quando o silêncio demais bate em casa.
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