Comece seu passeio pelo Leste de Bali com o nascer do sol no Portão do Céu, depois explore os lagos cheios de koi e as estátuas balinesas de Tirta Gangga. Aproveite um almoço à beira do rio no Vale de Sidemen, rodeado por pedras vulcânicas e uma paisagem tranquila — com transporte do hotel e guia local simpático que conta histórias pelo caminho.
O passeio é de dia inteiro, começando pela manhã e voltando à tarde ou início da noite.
Sim, o transporte privativo do hotel está incluso em um Toyota Innova com ar-condicionado.
Sim, bebês e crianças pequenas são bem-vindos; carrinhos e cadeirinhas para bebê estão disponíveis.
Sim, o almoço está incluso no Wapa di Ume em Sidemen, à beira do rio.
Sim, todas as taxas de entrada estão cobertas na sua reserva.
Leve roupa de banho caso queira aproveitar o rio ou a piscina de borda infinita durante o almoço.
Sim, seu motorista também atua como guia falando inglês durante todo o passeio.
Não, por costumes locais, a entrada no Templo de Lempuyang não é permitida durante a menstruação.
Seu dia inclui transporte privativo do hotel em um confortável Toyota Innova, guia que fala inglês e também fotografa se precisar; todas as entradas para o Portão do Céu no Templo Lempuyang e o Palácio das Águas Tirta Gangga; água mineral; almoço à beira do rio no Wapa di Ume Sidemen com acesso ao rio ou piscina de borda infinita — só não esqueça a roupa de banho — e o transporte de volta no fim do dia.
Vou ser sincero — achava que já tinha visto templos demais em Bali, mas o Portão do Céu em Lempuyang é realmente diferente. Saímos cedo de Ubud (não sou muito de manhã), mas o ar estava fresco e nosso motorista, Wayan, trouxe café para a viagem. A estrada sobe entre colinas cobertas de neblina até que, de repente, você se depara com o Monte Agung — ali, enorme e silencioso atrás do portão do templo. Tinha algumas pessoas na nossa frente tirando fotos, mas ninguém estava com pressa. Wayan brincou que se você falar “Agung” três vezes rápido, o tempo melhora — não sei se funcionou, mas as nuvens abriram por um instante e todo mundo comemorou.
Depois seguimos para o Palácio das Águas Tirta Gangga. Os jardins são cheios de estátuas de pedra com rostos ferozes (Wayan disse que elas afastam os maus espíritos), e crianças correndo por ali alimentando os peixes koi nos lagos. A água é tão cristalina que dá para ver flashes de laranja por toda parte. Tentei atravessar aquelas pedras no lago — quase escorreguei uma vez, me segurei e acabei rindo com umas mulheres locais que estavam indo melhor do que eu, de chinelo mesmo. Tinha um cheiro de grama molhada e incenso vindo de algum lugar; o lugar é pura paz.
O almoço foi no Vale de Sidemen, num lugar chamado Wapa di Ume — pra ser honesto, não queria ir embora. Você senta à beira do rio cercado por enormes pedras vulcânicas, e o som suave da água passando cria uma vibe incrível. A comida era simples, mas muito boa (satay de frango apimentado, bastante arroz), e depois trouxeram frutas frescas. O silêncio só era quebrado pelos pássaros e risadas distantes da cozinha. Às vezes ainda lembro daquela vista quando a vida fica barulhenta em casa.
O dia todo foi como conhecer um lado mais devagar de Bali — não só tirar fotos, mas realmente ter tempo para respirar entre os lugares. Se você busca um passeio tipo “Machu Picchu Cusco” cheio de correria, esse não é o caso — aqui o lance é curtir os pequenos momentos: o ar da montanha, os peixes koi mordiscando seus dedos, ou ouvir o guia contar histórias de quando cresceu ali perto. De qualquer jeito, faria tudo de novo só por aquele primeiro vislumbre do Agung pelo portão.
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