Prove as famosas comidas de rua de Jakarta na Mangga Besar (sim, incluindo martabak), veja o monumento Monas iluminado, caminhe pelo histórico porto de Sunda Kelapa e sinta o mix de caos e aconchego da cidade com um guia local—tudo com transporte fácil do hotel incluso.
Sim, o transporte privado com busca e retorno no hotel ou apartamento em Jakarta está incluído.
Não, as visitas são apenas externas, pois esses locais ficam fechados à noite; você verá eles iluminados por fora.
Você vai experimentar martabak (uma panqueca típica de Jakarta) e verá vendedores de durião e outros petiscos pelo caminho.
A duração exata não é especificada, mas cobre várias paradas pelo centro e norte da cidade em uma noite.
Sim, é indicado para todos os níveis, já que a maior parte envolve caminhadas leves e passeios.
Sim, todas as taxas e entradas estão incluídas na sua reserva para este tour noturno em Jakarta.
Sim, seu guia local fala inglês durante todo o passeio.
Sim, água engarrafada é fornecida durante o tour noturno em Jakarta.
Sua noite inclui transporte privado com ar-condicionado, água engarrafada grátis, busca e retorno no hotel ou porto de cruzeiros em qualquer lugar da cidade de Jakarta, todas as entradas e taxas pagas antecipadamente — e claro — um gostinho do martabak fresquinho enquanto você passeia com seu guia local que fala inglês antes de voltar no fim da noite.
Alguém me entrega uma caixinha de martabak com chocolate derretendo pelas bordas antes mesmo de eu entender o nome de metade das comidas de rua. Nosso guia, Eka, sorri e diz: “Prove agora, enquanto está quentinho.” O som baixo das scooters passando pela Mangga Besar e o cheiro — uma mistura de massa frita com durião (que, sinceramente, ainda não decidi se gosto) — criam uma atmosfera única. Já havíamos passado pelo Monumento Nacional mais cedo, sua chama dourada brilhando contra o céu. Mesmo de fora, parecia desafiador, como se estivesse vigiando tudo que acontece ali embaixo.
Não esperava sentir tanta história só caminhando à noite. A área dos antigos canais holandeses — que o Eka chamou de “pequena Amsterdã” — ainda tem construções que parecem fora de lugar perto dos letreiros de neon e das barracas de rua. No porto de Sunda Kelapa, paramos para observar os homens descarregando cargas dos enormes barcos de madeira Pinisi. Eka apontou um barco que, segundo ele, é mais velho que o avô dele (“mogno! Ainda flutua!”, disse). O ar ali era salgado e pesado, bem diferente do centro da cidade.
Não pudemos entrar na mesquita nem na catedral porque estavam fechadas à noite, mas ficar ali entre elas já foi especial — as luzes refletindo nas cúpulas, pessoas conversando baixinho por perto. É curioso como Jakarta parece ao mesmo tempo caótica e acolhedora depois do anoitecer. Fiquei pensando em quantas histórias devem ter começado bem ali. No fim, meus sapatos estavam grudados de tanto xarope derramado, mas nem liguei.

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