Comece antes do amanhecer com transporte do hotel para um trekking privado no Monte Batur, guiado por um local que conhece cada curva da trilha. Veja o nascer do sol do segundo pico mais alto de Bali enquanto toma chá e come ovos cozidos no vapor vulcânico. Após a descida passando por crateras antigas, relaxe nas fontes termais naturais — músculos cansados, água quente e vistas incríveis da montanha.
A caminhada até o topo leva cerca de 2 horas.
Sim, inclui chá e ovos cozidos no vapor vulcânico no cume.
Sim, o transporte de ida e volta do hotel está incluso na reserva.
A idade mínima para participar é 10 anos.
Sim, um guia local acompanha todo o percurso.
Recomenda-se calçado de trilha, jaqueta, calça comprida, repelente e câmera.
O Monte Batur tem 1.717 metros de altitude.
Não é recomendado para gestantes ou pessoas com problemas cardíacos ou nas costas.
Seu dia inclui transporte cedo do hotel e retorno local, água mineral durante o trajeto, guia particular local que conhece cada passo da trilha, café da manhã feito no vapor vulcânico no topo (com chá), tempo para explorar crateras no vulcão sagrado de Bali e entrada nas fontes termais naturais para relaxar antes de voltar.
Já estávamos saindo no escuro total, aquela escuridão que faz você repensar suas escolhas. Nosso motorista mal falava, talvez por respeito às vilas adormecidas entre Ubud e o Monte Batur. Lembro de apertar minha jaqueta quando encontramos nosso guia na trilha — Wayan, que sorriu e me entregou uma lanterna piscando um olho. O ar tinha cheiro de terra molhada e café, algo que faz sentido às 3 da manhã em Bali.
A caminhada não é fácil. Foram duas horas subindo, às vezes só seguindo os passos do Wayan iluminados pela lanterna. Ele mantinha o ritmo, mas parava sempre que alguém precisava recuperar o fôlego (e isso aconteceu várias vezes). Em um momento, ele apontou umas luzinhas lá embaixo — outros aventureiros ou talvez agricultores começando o dia. Quando chegamos ao topo, estava tão frio que minhas mãos tremiam ao servir o chá. O café da manhã era ovos cozidos no vapor vulcânico ali mesmo — não sei se foi a altitude ou o cansaço, mas aqueles ovos tinham gosto de conquista.
Não esperava que ficasse tão silencioso quando o sol começou a aparecer no Monte Batur. Por alguns minutos ninguém falou nada; até o Wayan ficou só observando. Dava para ver o Lago Batur lá embaixo e as nuvens se movendo devagar, como animais preguiçosos pelo cratera. Depois, exploramos alguns outros crateras (escorreguei no cascalho solto — até hoje tenho uma cicatriz pequena) antes de descer, enquanto a luz dourava tudo.
As fontes termais depois pareciam um sonho — água quente nas pernas cansadas enquanto a gente olha para onde acabou de subir. Tinha mais gente relaxando, todos meio atordoados, mas felizes. Ainda lembro daquela vista da piscina; é difícil explicar a sensação de flutuar depois de tanto esforço. Então, se estiver pensando nesse passeio ao Monte Batur saindo de Ubud ou região, leve meias extras e não pule a parte das fontes termais.

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