Você vai passear pelos jardins tranquilos do Taman Ayun, sentir a brisa do mar na ponte rochosa de Batubolong e assistir ao pôr do sol dourar o templo Tanah Lot — tudo com um guia local que cuida de cada detalhe, do traslado no hotel até a pausa para o chá. Prepare-se para momentos de silêncio, risadas e pequenos rituais que ficam na memória muito depois de deixar a costa de Bali.
O passeio de meio dia dura cerca de 5 horas, dependendo da localização do seu hotel e do trânsito.
Sim, o traslado porta a porta do hotel está incluso na sua reserva.
Todos os ingressos estão inclusos no pacote premium e privativo.
O passeio é acessível para todos os níveis de mobilidade, incluindo cadeiras de rodas, e bebês podem ir no carrinho ou no colo de um adulto.
Seu motorista particular também atua como guia falando inglês durante todo o passeio.
Você visitará os templos Taman Ayun, Batubolong e Tanah Lot, na costa oeste de Bali.
Está incluída uma pausa para chá ou café durante as visitas aos templos.
Seu passeio inclui transporte privativo com ar-condicionado, traslado de ida e volta ao hotel, todos os ingressos para os templos Taman Ayun, Batubolong e Tanah Lot, acompanhamento de um guia local que também é seu motorista (e fotógrafo ocasional), além de seguro. E claro, tempo reservado para um chá ou café com vista para a costa de Bali antes de voltar.
Saímos de Seminyak logo depois do almoço — janelas abertas, o ar quente e doce como um cigarro de cravo. Nosso motorista e guia, Wayan, tinha uma risada fácil e apontava os arrozais que passavam rápido. A primeira parada foi no Templo Taman Ayun. Já tinha visto fotos, mas ao atravessar a ponte, o cheiro de frangipani e incenso te envolve. Tem um fosso cheio de peixes laranja gordos ao redor. Wayan contou que famílias vêm aqui para cerimônias — tentei imaginar o lugar cheio, mas hoje estava tranquilo, só algumas crianças rindo perto do portão.
Depois seguimos para o Templo Batubolong. A estrada ficou mais movimentada — motos por todo lado — até que chegamos a essa ponte de pedra com ondas batendo lá embaixo. Não esperava que o vento fosse tão salgado nem que o jardim fosse tão verde mesmo no fim da tarde. Ficamos por ali enquanto Wayan tirava fotos (ele tem um talento pra achar o melhor ângulo) e depois caminhamos até Tanah Lot, justo quando o sol começava a se pôr.
Já tinha visto muitos pores do sol, mas esse foi diferente — talvez pelo canto que vinha de algum lugar atrás da gente, ou porque todo mundo parou de falar por um instante quando o céu ficou rosa sobre o templo. Wayan mostrou onde os locais vão buscar água sagrada; ele me empurrou um pouco e tentei não parecer estranho sendo abençoado (acho que não consegui). A hora do chá foi simples — só chá quente e um docinho num banco perto do penhasco — mas, sinceramente, é isso que ficou na minha memória. No caminho de volta, ninguém falou muito. Até hoje penso naquela vista quando ouço água ou sinto cheiro de incenso, sabe?
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