Você vai cruzar o coração de Bali no seu minibus privado — explorando os mercados de arte de Ubud, caminhando pelos caminhos lamacentos do Terraço de Arroz de Tegalalang, parando para rituais no Templo Tirta Empul e refrescando-se na Cachoeira Tegenungan. Com um motorista local cuidando de tudo, desde estacionamento até histórias pelo caminho, você tem liberdade total sem complicação.
O minibus privado comporta até 15 passageiros confortavelmente.
Sim, buscamos e deixamos em qualquer hotel da ilha.
Sim, você pode personalizar totalmente o roteiro e as paradas conforme o interesse do seu grupo.
Não — combustível, estacionamento e ingressos estão incluídos no preço.
Sim — é ideal para famílias e assentos para bebês estão disponíveis se precisar.
O veículo é adaptado para cadeirantes e todas as áreas visitadas são acessíveis.
Seu motorista fala inglês e compartilha conhecimento local durante todo o dia.
O passeio dura entre 10 a 12 horas, dependendo das paradas escolhidas.
Seu dia inclui pickup no hotel em qualquer lugar de Bali, todos os custos com combustível, pedágios e estacionamento, tudo cuidado pelo seu motorista-guia local que fala inglês. Você terá um minibus espaçoso e com ar-condicionado só para seu grupo — com Wi-Fi a bordo — e total liberdade para escolher onde ir e quanto tempo ficar em cada lugar, voltando juntos com conforto ao pôr do sol.
“Quer parar para um kopi luwak?” perguntou nosso motorista, Made, sorrindo pelo retrovisor. Alguém lá atrás já respondeu antes mesmo de eu entender do que se tratava (descobri que é um café feito com grãos… digeridos por um civeta? Tentei não pensar muito nisso). Mal havíamos saído de Ubud e o van já estava cheio de risadas e aquele cheiro doce e estranho de incenso entrando pelas janelas. O ar-condicionado era uma bênção — o calor de Bali não é brincadeira — mas, sinceramente, rodar por aquelas colinas verdes com todo mundo junto era uma sensação leve. Sem brigas por táxi ou gente perdida. Só a gente e o Made, que parecia conhecer cada atalho e história pelo caminho.
Não esperava gostar tanto de só ficar olhando a vida acontecer do lado de fora — mulheres equilibrando cestos de frutas na cabeça, crianças correndo entre scooters, galos cantando atrás das barracas do mercado. No Terraço de Arroz de Tegalalang, todos desembarcamos do minibus e ficamos ali, meio sem acreditar naquelas camadas de verde — parecia que alguém tinha cortado a terra em degraus. O caminho estava lamacento, mas gostoso de pisar; quase escorreguei uma vez (Made segurou meu cotovelo e só piscou). Depois, no Templo Tirta Empul, o cheiro de frangipani misturado com pedra molhada enquanto os locais faziam suas purificações — silencioso e lindo. Nosso grupo ficou em silêncio por um tempo. Até meu primo parou de falar.
A melhor parte? A gente podia ir onde quisesse — Templo Saraswati para ver os lagos de lótus, Cachoeira Tegenungan para sentir o spray no rosto (e sim, alguém esqueceu as sandálias lá embaixo), ou até dar uma passada num warung na beira da estrada para um nasi campur apimentado quando a fome apertava. Estacionamento? Resolvido. Ingressos? Cuidamos disso. O dia todo foi como se fôssemos guiados com calma, sem pressa — um passeio perfeito por Bali, sem estresse com logística, dividir carros ou ficar contando gasolina.
De volta ao minibus, com o entardecer chegando, pernas cansadas e cabelo com cheiro leve de água de rio e incenso, peguei Made cantando baixinho enquanto o trânsito passava devagar por santuários cobertos de pano amarelo. Tem algo especial em terminar um dia longo em Bali com todo mundo junto — janelas abertas para deixar entrar aquele ar pesado da noite — e saber que aproveitou cada segundo.

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