Você vai acelerar um quadriciclo pelos arrozais e trilhas da selva perto de Ubud, passar por rios e túneis, e fazer uma pausa na cachoeira para fotos e descanso. Com guia local e almoço incluso depois do banho, esse dia é pura aventura e contato real com a natureza de Bali — prepare as botas para a lama!
O passeio dura cerca de 1h30, além do tempo para banho e almoço depois.
Sim, iniciantes são bem-vindos — há uma explicação de segurança antes e os guias ajudam durante todo o percurso.
Use roupas que possam sujar; botas e capacetes são fornecidos no local.
Sim, há chuveiros e toalhas para você se limpar antes do almoço.
Sim, o almoço é servido ao final do passeio, depois do banho.
Bebês devem ficar no colo de um adulto; é necessário ter condicionamento físico moderado para os pilotos.
Não precisa de experiência — os guias ensinam tudo para você pilotar com segurança.
Seu dia inclui tudo: briefing de segurança com capacete e botas antes de seguir o guia local; 1h30 de passeio de quadriciclo por túneis, trilhas na selva, arrozais, rios e poças de lama — com parada em uma cachoeira para fotos — além de banho com toalha e almoço quente no acampamento antes de voltar para o sol de Bali.
“Você já pilotou um desses antes?” nosso guia sorriu enquanto eu tentava entender o acelerador do quadriciclo. Na real, nunca tinha — mas ele riu e me explicou tudo de novo, com uma paciência que eu nem merecia. O ar em Ubud naquela manhã estava pesado, com cheiro de terra molhada, como folhas depois da chuva. Saímos atrás dele, motores ronronando baixinho, e a primeira coisa que percebi foi como Bali muda quando você foge do trânsito e das motos.
O passeio de quadriciclo nos levou direto para fora do asfalto, entrando nos arrozais tão verdes que quase doíam nos olhos. Nosso guia — Kadek — acenou para um fazendeiro lá no campo. Em certo momento, entramos num túnel; escuro, fresco, cheio do eco das nossas risadas (e talvez do meu grito de nervoso). Eu sentia cheiro de pedra úmida e algo doce vindo de fora — frangipani, talvez? Minhas botas afundavam na lama toda vez que parávamos. Confesso que não esperava gostar tanto de me molhar e sujar assim.
Chegamos na cachoeira depois de uma trilha pela mata onde o sol brincava de esconde-esconde entre as folhas de palmeira. O barulho da água caindo era tão alto que abafava o motor pela primeira vez. Kadek quis tirar nossa foto ali (“Instagram! Tem que postar!”), mas o que ficou na minha memória foi o frio gostoso da água no rosto depois de tanta poeira. Depois teve tempo pra tomar banho e tirar a lama (muita lama) antes do almoço — um frango apimentado com arroz que parecia ainda mais gostoso porque a gente tinha conquistado. Até hoje penso naquela vista da mesa do piquenique.

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