Você vai percorrer as colinas sinuosas de Munnar de táxi privativo com um guia local, parando em jardins de especiarias para tocar e sentir, jardins floridos cheios de cor e plantações de chá que parecem não ter fim. Experimente pedalinhos na represa de Mattupetty e aproveite as vistas do Top Station — às vezes envoltas em nuvens. Aqui, o imprevisível é o que fica na memória.
O passeio acontece das 8h30 às 17h30, sendo um tour de dia inteiro.
Não, as taxas de entrada em lugares como o jardim de especiarias ou o jardim de flores não estão inclusas e devem ser pagas à parte.
Sim, o transporte privativo com retirada no hotel está incluído na reserva.
O passeio é feito em táxi privativo para até 3 pessoas por carro.
Sim, há uma parada na Mattupetty Tea Factory para ver como o chá é processado.
Não, o almoço não está incluído; água engarrafada é fornecida, mas comida não faz parte do pacote.
Sim, você pode experimentar pedalinhos na represa de Mattupetty e no lago Kundala (taxas extras).
É possível visitar pontos onde os elefantes selvagens aparecem, mas os avistamentos não são garantidos.
Seu dia inclui transporte privativo de táxi com retirada e retorno, acompanhamento de um motorista-guia local experiente em todas as paradas de Munnar — incluindo jardins de especiarias (entrada à parte), plantações de chá, jardins floridos (entrada à parte), represa de Mattupetty para passeio de barco (opcional) e vistas panorâmicas no Top Station — com água engarrafada durante o trajeto.
Já estávamos subindo as estradas sinuosas de Munnar antes mesmo de eu terminar minha primeira garrafa de água — nosso motorista, Suresh, apontou para um grupo de mulheres colhendo folhas de chá à beira da estrada. Ele diminuiu a velocidade para que pudéssemos observar por um instante. No ar havia um cheiro terroso — folhas úmidas misturadas com algo doce vindo do jardim de especiarias próximo. Tentei adivinhar (cardamomo? talvez pimenta?), mas Suresh só sorriu e disse: “Você vai entender logo.”
A primeira parada foi naquele jardim caseiro de especiarias. Caminhando entre as fileiras verdes, nosso guia colhia folhas aqui e ali para esmagarmos entre os dedos — algumas com aroma forte, outras quase cítricas. Até hoje lembro de como o açafrão-da-terra manchou meu polegar de amarelo por horas. Depois, no Photo Point, deixei me convencer a vestir um sari verde vibrante para uma foto — Li riu tanto que quase deixou o celular cair quando tentei posar como uma das colhedoras de chá.
A represa de Mattupetty estava movimentada, mas com uma paz no ar — famílias fazendo piquenique sob as árvores e barcos deslizando pela água. Tentamos andar de pedalinho (não é tão fácil quanto parece quando você não está sincronizado), depois fomos ver se conseguíamos avistar elefantes selvagens no ponto onde costumam aparecer. Não tivemos sorte naquele dia, mas ouvir os chamados distantes da floresta já valeu. Suresh contou histórias de quando eles bloqueiam a estrada por uma hora ou mais.
Quando chegamos ao Top Station — o ponto mais alto do nosso passeio pelo vale do chá em Munnar — as nuvens já estavam densas e baixas. Por um instante, quando se abriram, dava para ver até Tamil Nadu. O vento tinha cheiro de frio e verde; lembro de tremer, mas não queria ir embora. O dia todo parecia atravessar camadas: jardins de especiarias, cores vibrantes no KFDC Rose Garden, ecos que pulavam pelas encostas no Echo Point… É difícil resumir tudo, porque não foi nada certinho — foi simplesmente incrível.

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