Você vai explorar a vegetação selvagem de Jhalana em um veículo aberto com um guia local que conhece cada som e pegada. Observe onças, hienas, búfalos azuis e aves raras enquanto visita a primeira reserva de onças de Rajasthan, pertinho de Jaipur. Todos os permisos e transporte do hotel estão incluídos. A emoção vai além de ver animais: é sentir que você faz parte daquele mundo por uma manhã.
O safari dura uma manhã ou tarde, incluindo transporte de Jaipur até o parque e retorno ao hotel.
Sim, o transporte do seu hotel em Jaipur está incluso em um veículo 4x4 aberto.
Você pode avistar onças, hienas, raposas do deserto, búfalos azuis (nilgai), macacos Hanuman, lagartos monitor e mais de 160 espécies de pássaros.
O passeio é acessível para cadeirantes, mas não é recomendado para pessoas com lesões na coluna ou gestantes devido ao terreno irregular.
Todos os permisos e taxas para câmera estão incluídos na reserva; você não precisa se preocupar com burocracia.
Recomenda-se roupas quentes de novembro a fevereiro; chapéu e óculos de sol de abril a junho; roupas compridas durante a temporada de chuvas, julho e agosto.
Sim, há opções de transporte público perto do Jhalana Safari Park para quem não quiser usar o transporte do hotel.
Seu dia inclui todos os permisos e taxas do safari, entrada no centro de interpretação do Parque Jhalana Panther, taxas para câmera já pagas, além do transporte ida e volta do seu hotel em Jaipur em veículo 4x4 aberto — para você não se preocupar com nada.
“Você ouviu isso?” sussurrou nosso guia, parando o jipe de repente. O motor desligou e tudo ficou em silêncio — exceto por uma tosse baixa e rouca vindo de algum lugar no mato. Eu segurava a câmera com tanta força que meus dedos doíam. Ainda era cedo, o ar fresco fazia minha respiração virar pequenas nuvens, mas o sol já dourava a poeira ao nosso redor. O Parque Safari Jhalana não parece grande coisa visto da cidade — só umas colinas secas — mas lá dentro é como entrar em outro mundo.
Nosso motorista, Rajveer, lia as pegadas como se fossem palavras. Apontou umas marcas na areia — onça, disse ele, talvez uma fêmea com filhotes. Eu não esperava ver tantos animais tão perto de Jaipur: búfalos azuis (são enormes!), algumas raposas do deserto tímidas correndo entre os espinhos, e uns macacos Hanuman nos galhos, parecendo velhinhos mal-humorados. O ar tinha um cheiro leve de acácia e algo almiscarado que eu não consegui identificar. Rajveer riu quando tentei falar “Panthera pardus” — com certeza estraguei a pronúncia.
O que mais me surpreendeu foi a vida pulsando naquele momento — os pássaros gritando de todos os lados (nosso naturalista disse que tem mais de 160 espécies), e de repente aquele silêncio quando achamos que vimos um movimento perto das pedras. Não tivemos uma visão perfeita da onça; só um rabo passando rápido e os olhos verdes brilhando por um instante antes dela sumir de novo. Mas, sinceramente? Aquilo foi eletrizante. Ainda lembro disso quando tudo fica quieto em casa.

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