Você vai rir com arraias selvagens em Stingray City, flutuar sobre recifes coloridos com todo o equipamento incluso e aprender a manusear estrelas-do-mar com cuidado em Starfish Point — tudo com um guia local que deixa tudo fácil e acolhedor. Prepare-se para sentir o vento do mar na pele, passar bastante tempo na água e colecionar lembranças que vão ficar na sua cabeça muito depois de sair de Grand Cayman.
O passeio inclui três paradas: banco de areia de Stingray City, snorkel no Coral Garden e praia Starfish Point. A duração pode variar conforme o tamanho do grupo e as condições.
Sim, há transporte cortesia gratuito do Royal Watler Cruise Terminal ou dos resorts locais listados.
Não, todo o equipamento de snorkel e coletes salva-vidas em vários tamanhos são fornecidos no passeio.
Sim, crianças podem participar, mas precisam estar acompanhadas por um adulto durante o passeio.
Leve toalhas, protetor solar, chapéu, óculos de sol e lanches.
Não, o passeio não é recomendado para grávidas ou pessoas com problemas na coluna ou saúde cardiovascular.
Não, o passeio oferece apenas água e refrigerantes. Leve seus próprios lanches, se quiser.
Sim, os visitantes podem alimentar as arraias selvagens com lula fornecida pela equipe em Stingray City Sandbar.
O seu dia inclui transporte gratuito do hotel ou do Royal Watler Cruise Terminal (se você chegar de navio), água e refrigerantes para refrescar sob o sol do Caribe, todo o equipamento de snorkel e coletes salva-vidas para todos os tamanhos — até boias, se quiser — lula para alimentar as curiosas arraias em Stingray City Sandbar e uma equipe local amigável que vai guiar você em cada parada antes de te deixar de volta onde começou.
Eu não esperava rir tanto com uma arraia encostada em mim, mas lá estávamos — pertinho de Grand Cayman, em Stingray City, com a água na altura dos joelhos enquanto nosso guia (acho que se chamava Marcus?) nos entregava pedaços de lula. Ele chamava as arraias de “panquecas do mar” — o que fez todo mundo sorrir — e elas realmente eram macias e fresquinhas deslizando pelas minhas pernas. Na primeira vez que uma encostou no meu tornozelo, eu soltei um gritinho, o que arrancou algumas risadas do grupo. É uma sensação única olhar para baixo e perceber que esses animais selvagens estão ali... só curtindo com você. Nada de treinados, eles vêm e vão quando querem.
A viagem de barco foi rápida, mas cheia do vento do mar — aquele cheiro salgado que gruda na pele. Depois das arraias (e sim, eu dei um beijo em uma para dar sorte, embora ainda não saiba se funcionou), seguimos para o Coral Garden. A água parecia até irreal — tão azul que até doía nos olhos — e o Marcus jogou snorkels de todos os tamanhos para a gente. Não sou a melhor nadadora, mas ele tinha boias prontas sem fazer alarde. Debaixo d’água, tudo parecia abafado, só o barulho das minhas nadadeiras raspando no coral (ops). Peixes coloridos nadavam para todo lado; alguém apontou uma lagosta escondida numa fenda, mas eu perdi porque estava hipnotizada por uma concha gigante.
Starfish Point era mais tranquilo — menos conversa, mais areia quente entre os dedos dos pés. As estrelas-do-mar se mexiam tão devagar que parecia que o tempo desacelerava ao redor delas. Nosso guia mostrou como segurar uma com cuidado, sempre debaixo d’água — nunca levantá-las — e explicou o papel delas no equilíbrio da baía. Uma garotinha ao meu lado sussurrou que queria levar uma para casa; o pai só balançou a cabeça sorrindo. Pra ser sincera, já tinha parado de olhar no relógio faz tempo.
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