Junte-se a locais e viajantes para um verdadeiro tour pelos ruin bars de Budapeste, guiado por cantos escondidos e decoração maluca, com cinco shots de boas-vindas pelo caminho. Prepare-se para risadas com drinks diferentes, novos amigos em ambientes esfumaçados e um olhar sem filtros na lendária vida noturna da cidade — terminando entre memória e sonho.
Você vai passar por vários ruin bars diferentes antes de acabar no maior clube de ruin bars da cidade.
Sim, o tour inclui cinco shots de boas-vindas — um em cada bar ou clube visitado.
Sim, guias locais experientes acompanham o grupo durante toda a noite.
O encontro é no centro de Budapeste; os detalhes exatos são enviados após a reserva.
A idade mínima é 18 anos — pode ser solicitado documento nos locais.
Não há transporte privado incluso, mas há opções de transporte público próximas a cada bar.
Não, não inclui refeições; apenas os cinco shots de boas-vindas fazem parte do pacote.
Este tour não é recomendado para gestantes ou pessoas com problemas na coluna ou cardiovasculares.
Sua noite inclui cinco shots de boas-vindas (um em cada parada), acompanhamento de guias locais que conhecem todos os cantos da vida noturna de Budapeste, entrada em vários ruin bars únicos e finalização no maior clube da cidade — tudo perto de transporte público para voltar quando quiser.
“Você não está de verdade em Budapeste até tomar pálinka num ruin bar,” nosso guia sorriu, me entregando um copinho que cheirava a ameixa fermentada e algo mais forte. Ainda não estava completamente escuro — aquele azul estranho que fica logo depois do pôr do sol — mas dentro do Szimpla Kert parecia meia-noite. As paredes estavam cobertas de bicicletas antigas e abajures, e juro que toda superfície tinha algum rabisco ou adesivo. Pessoas passavam rindo em várias línguas. Tentei dizer “egészségedre” (saúde) e a Li riu tanto que quase derrubou o shot.
Começamos o pub crawl bem no centro, encontrando cerca de vinte viajantes e dois guias locais que pareciam conhecer todo mundo atrás do balcão. Cada lugar tinha seu cheiro — um era cheio de pedra úmida e cerveja derramada; outro tinha uma fumaça doce de tabaco no fundo. Os shots não paravam (cinco no total, se estiver contando — eu perdi a conta no quarto), mas o que ficou mesmo foi como era fácil conversar com estranhos ali. Tem algo em Budapeste à noite que deixa todo mundo mais corajoso, ou talvez só menos tímido.
A última balada era gigante — sério, eu não conseguia dizer onde um ambiente acabava e outro começava. A música batia forte pelo chão, mas nosso grupo achou um canto com sofás velhos onde dava pra ouvir a conversa. Alguém dividiu batatas fritas; outro tentou ensinar palavrões em húngaro (não peguei direito). Quando finalmente saímos pra respirar, chovia uma garoa leve e os postes deixavam tudo dourado. Ainda penso naquela caminhada de volta — sapatos molhados, cabeça rodando, sentindo que vi um lado de Budapeste que a maioria só ouve falar.
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