Deslize pelos pontos mais icônicos de Budapeste — da travessia da Ponte Elisabeth ao Bastião dos Pescadores com suas vistas incríveis. Ouça histórias do seu guia local, tenha momentos de emoção no memorial Sapatos na Margem do Danúbio e divirta-se durante todo o passeio. É rápido, mas sem pressa — você vai se sentir parte da cidade por algumas horas.
O passeio de Segway cobre Buda e Pest em cerca de 2 horas.
Você vai visitar Bastião dos Pescadores, Castelo de Buda, Parlamento, Ponte das Correntes, Basílica de Santo Estêvão, Igreja de Matias e outros.
Sim, você tem de 10 a 15 minutos para se familiarizar com o Segway antes do passeio.
Sim, há várias paradas para fotos — incluindo Bastião dos Pescadores e Parlamento — e o serviço de foto e vídeo é gratuito.
Sim, todos recebem capacete para garantir a segurança.
Se você esquecer o casaco e esfriar, o time oferece roupas quentes para você.
Se começar a chover, você recebe capa de chuva para continuar confortável.
O passeio não é recomendado para gestantes ou pessoas com problemas na coluna ou cardíacos, mas é indicado para todos os níveis de preparo físico.
Seu dia inclui uso do Segway e capacete (com tempo para prática), fotos e vídeos gratuitos para você não precisar se preocupar com o celular durante o passeio, roupas quentes para dias frios (ou capa de chuva se precisar), e nada de pressa no final — o foco é segurança e aproveitar cada parada juntos.
Não esperava ficar tão animado ao sair pelas ruas de Budapeste de Segway — aquele primeiro minuto meio instável sempre rola, né? Nosso guia, Ádám, distribuiu capacetes e garantiu que ninguém fosse bater numa barraca de souvenirs (quase aconteceu comigo). Saímos do escritório e quase na hora a cidade parecia outra — mais leve, como se tivéssemos pulado a rotina dos turistas. O Danúbio brilhava sob as pontes enquanto cruzávamos a Ponte Elisabeth; dava pra sentir o cheiro doce de doces vindo de algum lugar, misturado com o ar do rio.
Paramos na estátua da Rainha Elizabeth e Ádám contou que os locais às vezes deixam flores ali — ele até tentou ensinar o apelido dela em húngaro, mas eu acabei atrapalhando tudo. A subida até o Jardim do Castelo foi tranquila e silenciosa, só o clique das câmeras e o lenço de alguém esvoaçando no vento. No Bastião dos Pescadores, fiquei parado um minuto só admirando aquelas torres e os telhados de Pest. Rolou um silêncio no grupo — ninguém falou nada porque era hora de absorver o momento. Ainda penso naquela vista de vez em quando.
Paramos em frente à Igreja de Matias (os azulejos são mesmo vibrantes), depois passeamos pelos pátios do Castelo de Buda, onde Ádám mostrou marcas de balas das batalhas antigas — ele contava a história como se fosse fofoca. Do lado de Pest, o Parlamento parecia quase surreal do outro lado do rio. Depois chegamos ao memorial Sapatos na Margem do Danúbio; não esperava me emocionar com uma fila de sapatos de ferro, mas ali foi impossível não sentir algo — uma pausa, silêncio, gente só assentindo. Terminamos perto da Basílica de Santo Estêvão, com as pernas formigando de tanto ficar parado, mas sem vontade de acabar ainda.

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