Você vai segurar um bicho-preguiça no santuário (eles são mais pesados do que parecem), ver macacos correndo ao seu redor e relaxar na areia macia e água cristalina da Praia West Bay. Não esqueça a foto clássica na placa de Roatan antes de voltar — tudo num clima tranquilo, cheio de pequenos momentos que ficam na memória.
São cerca de 25 minutos de carro do porto de Coxen Hole até a Praia West Bay.
Sim, o transporte com ar-condicionado está incluído para todos os pontos.
Sim, o ingresso para o santuário está incluso no passeio.
Sim, é ideal para famílias e adequado para todas as idades, inclusive bebês.
Sim, o transporte e as áreas visitadas são acessíveis para cadeirantes.
Não, todas as taxas já estão incluídas no valor do passeio.
Sim, um guia bilíngue acompanha você durante todo o dia.
O tempo varia, mas é suficiente para aproveitar bem o santuário e a praia sem pressa.
O passeio inclui busca no porto de Coxen Hole ou Mahogany Bay em veículo com ar-condicionado, entradas para o santuário de macacos e bichos-preguiça, acesso à Praia West Bay, além do acompanhamento de um guia local bilíngue, com retorno ao ponto de partida.
Vou ser sincero — não esperava começar meu dia em Roatan com um abraço de bicho-preguiça. Nosso guia, Carlos, sorriu ao ver minha hesitação (eles parecem lentos, mas as garras são bem afiadas). O santuário estava cheio de barulho — macacos pulando nas árvores, crianças animadas e um cheiro leve de frutas tropicais no ar. Minha filha tentou alimentar um macaco-prego, mas ele estava mais interessado nos cadarços do tênis dela. Tem algo mágico em estar tão perto desses animais que faz a gente esquecer que está num “passeio”.
A viagem de Coxen Hole foi rápida — uns 25 minutos, no máximo. Carlos foi apontando barracas de frutas pelo caminho, e eu via roupas coloridas penduradas nas varandas. Quando chegamos na Praia West Bay, o clima mudou; o ar estava quente e com cheiro de mar, mesmo na sombra. Tirei as sandálias e deixei os pés afundarem na areia branca (mais quente do que eu imaginava). A água é tão cristalina que dá pra ver os dedos mexendo. Ficamos só boiando, observando famílias locais fazendo piqueniques sob as palmeiras. Sem pressa — aqui ninguém tem pressa.
Antes de voltar, paramos na placa de Roatan — sabe aquelas letras coloridas gigantes que todo mundo tira foto? Meu filho quis subir dentro do “O” para a foto. É meio turístico, mas depois de uma tarde tranquila, foi divertido. No caminho de volta, Carlos contou sobre a infância dele na ilha e como ainda visita West Bay todo domingo com os filhos. Isso ficou comigo mais do que eu esperava.
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