Explore o Mercado Albert Cuyp em Amsterdam com um guia local, provando batatas fritas holandesas com maionese, arenque fresco, stroopwafels quentinhos e petiscos surinameses e turcos. Risadas, histórias por trás de cada sabor e, quem sabe, um pouco de chuva — mas principalmente a sensação de pertencer por uma tarde.
Você vai provar batatas fritas holandesas com maionese, arenque com cebola, stroopwafels, petiscos surinameses, pão turco, alcaçuz salgado e mais — tudo incluso no preço.
O tour acontece no Mercado Albert Cuyp, no bairro De Pijp, em Amsterdam.
O passeio de comida de rua dura cerca de 3 horas do começo ao fim.
Sim — vegetarianos são bem atendidos; basta avisar sobre restrições alimentares antes da reserva.
Sim — o tour aceita crianças acompanhadas de adultos e é acessível para carrinhos de bebê.
Sim — o tour funciona em qualquer clima; leve um guarda-chuva se precisar.
Sim — além dos petiscos, algumas bebidas alcoólicas fazem parte das degustações.
A maioria dos pratos não é vegana; entre em contato antes da reserva para verificar opções.
O seu dia inclui todas as degustações no Mercado Albert Cuyp — desde batatas fritas holandesas até stroopwafels — além de petiscos de várias barracas e algumas bebidas alcoólicas. Você será guiado por um local que compartilha histórias e sabores; só não esqueça o apetite (e talvez um guarda-chuva).
Já se perguntou o que os holandeses realmente comem? Eu também, até o último sábado, quando encontramos nossa guia — a Noor — na entrada do Mercado Albert Cuyp, no bairro De Pijp, em Amsterdam. Estava choviscando (clássico daqui), mas o ar estava cheio do cheiro de cebolas fritas e algo doce que eu não conseguia identificar. Antes mesmo de começarmos a andar direito, Noor já nos entregava pequenos cones de papel com batatas fritas. “Tem que provar com maionese,” ela disse, e assim fizemos. Até hoje não sei como conseguem deixá-las tão crocantes por fora e macias por dentro — mágica ou treino?
O mercado é barulhento, mas de um jeito acolhedor — vendedores gritando em holandês, bicicletas passando, alguém tocando acordeão atrás de uma barraca de queijos. Depois provamos o haring (arenque) — confesso que hesitei; Noor sorriu e disse que era “o verdadeiro”. Gelado, escorregadio, com aquele toque forte da cebola crua — gostei mais do que esperava. Também havia petiscos surinameses e uma padaria turca onde o dono nos chamou para experimentar um pão quentinho que soltava vapor quando abríamos. Li riu quando tentei agradecer em holandês — provavelmente falei tudo errado.
Perdi a conta de quantas coisas experimentamos — stroopwafels saindo na hora da chapa (caramelo grudento por todo lado), alcaçuz salgado que dividiu o grupo (“ou ama ou odeia,” disse Noor dando de ombros). Ela contou histórias sobre cada prato: como os sabores indonésios chegaram aqui, por que todo mundo discute qual barraca tem a melhor batata frita. Parecia menos um tour e mais um passeio com amigos que conhecem todos os atalhos. Em certo momento, minhas mãos estavam pegajosas e minha bolsa mais pesada com lembrancinhas que nem planejei comprar.
Terminamos sob uma marquise enquanto a chuva voltava, dividindo a última mordida e falando sobre as tradições culinárias de casa. A cidade parecia outra vista assim — mais próxima, de algum jeito. Se você está com fome (e curioso), esse tour de comida de rua vale cada pedacinho.

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