Você vai deslizar pelos canais de Amsterdam no inverno, cercado por esculturas luminosas do festival, com bebidas quentinhas na mão e histórias do seu guia local. Com assentos aquecidos, cobertores, petiscos e sem multidões, verá a cena artística da cidade de um jeito totalmente novo — uma experiência que fica na memória muito depois de voltar para a terra firme.
O passeio dura 90 minutos do início ao fim.
O barco parte do Prinsengracht 375, no centro de Amsterdam.
Sim, estão incluídas bebidas como água, refrigerantes, cerveja e Prosecco.
O barco tem assentos aquecidos, cobertores e um teto retrátil opcional para aquecer.
Sim, bebês podem ir em carrinhos e o passeio é acessível para todos os níveis de mobilidade.
Sim, um guia local faz comentários ao vivo durante todo o cruzeiro.
Sim, o passeio acontece em qualquer condição climática; recomendamos roupas adequadas.
Sua noite inclui um cruzeiro privativo de 90 minutos pelos canais com comentários ao vivo de um guia local (ou capitão), petiscos e bebidas como cerveja ou Prosecco, assentos aquecidos para conforto mesmo no frio, cobertores aconchegantes a bordo e proteção contra vento ou chuva com um teto retrátil opcional, retornando ao Prinsengracht 375 ao final.
A primeira coisa que me chamou atenção foi o silêncio — só o som suave da água batendo no casco e aquelas explosões de cores refletidas no canal. Mal havíamos saído do Prinsengracht quando nosso guia, Jeroen, apontou uma escultura que parecia flutuar no ar. Ele contou que o artista deste ano era do Japão. Tentei tirar uma foto, mas não consegui capturar o brilho da luz na água nem o momento em que todo mundo a bordo ficou em silêncio, só observando.
Segurei firme uma caneca com algo quentinho (tinha cerveja e Prosecco também, mas eu sou do time do chá). O assento aquecido era tão confortável que quase cochilei, não fosse as risadas quando alguém tentou falar “Grachtengordel”. Jeroen sorriu e disse que até os locais se enrolam com essa palavra. Cobertores estavam espalhados por todo lado; alguém enrolou um nos joelhos e suspirou, como se nunca tivesse estado tão confortável no inverno. As casas do canal pareciam diferentes à noite — mais suaves — e de vez em quando alguém acenava de uma ponte.
Navegamos pelo Jordaan e ao longo do rio Amstel, seguindo o caminho dessas incríveis instalações de luz. Algumas eram enormes e brilhantes; outras quase passavam despercebidas até Jeroen apontar com um orgulho discreto. Ele contou pequenas histórias sobre cada obra ou sobre sua infância ali perto — nada decorado, só histórias de verdade. Em um momento, ele parou para ouvirmos os sinos da igreja ecoando pelo canal. Não esperava que isso ficasse comigo, mas ficou.

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