Você vai provar os vinhos vulcânicos de Santorini em três vinícolas únicas, degustar 12 a 14 rótulos (inclusive direto do barril) e petiscar queijos e azeitonas locais enquanto o guia conta histórias da ilha. Inclui transporte do hotel para você curtir cada gole sem preocupações — e um pôr do sol que fica na memória.
O tour passa por três vinícolas selecionadas em Santorini.
Sim, são incluídas degustações de 12 a 14 vinhos em todas as três vinícolas.
Sim, o serviço de busca e retorno ao hotel está incluído, conforme a localização do seu hotel.
São servidos petiscos locais, como queijos e azeitonas, durante as sessões de degustação.
Sim, um dos destaques é provar vinho direto dos barris em uma das vinícolas.
Sim, é adequado para todos os níveis de condicionamento físico.
A idade mínima para consumo de álcool é 18 anos.
A opção com pôr do sol não está disponível após 30 de agosto; os tours à tarde continuam depois dessa data.
Seu dia inclui transporte elétrico privativo do hotel ou ponto próximo em Santorini, entrada e degustações guiadas em três vinícolas (com 12 a 14 vinhos provados), petiscos locais como queijos e azeitonas em cada parada, água durante todo o passeio e retorno para que você aproveite cada gole sem preocupações.
Ainda lembro do silêncio quando chegamos na primeira vinícola, logo fora de Fira. O ar trazia aquele toque salgado típico de ilha, mas também um leve aroma doce e empoeirado das videiras. Nossa guia, Eleni, acenou com um sorriso e começou a contar como as uvas de Santorini crescem em pequenos cestos para se proteger do vento. Nunca tinha visto videiras assim. Ela me entregou uma taça de Assyrtiko e disse: “Prove o vulcão.” No começo, não sabia se sentia isso, mas havia um toque cítrico — quase de limão — que ficou na boca bem mais tempo do que eu esperava.
A segunda parada foi mais animada. Um casal de Atenas conversava com a gente sobre suas safras favoritas enquanto alguém ao fundo cantava baixinho (acho que era uma canção folclórica antiga). Experimentamos um Vinsanto direto do barril — denso, dourado, quase um xarope, bem diferente do que eu já tinha provado. O produtor riu quando tentei falar “kouloura” (os cestos das videiras) e contou histórias do avô cuidando dessas mesmas terras. Dava para ver o orgulho no rosto dele. Na mesa, tinha pratos com queijos e azeitonas; pra ser sincero, já tinha perdido a conta de quantos vinhos provamos até ali.
Já no fim da tarde, a luz dourada transformava tudo. Na última vinícola, ficamos um tempo do lado de fora só vendo o sol se pôr atrás daqueles penhascos brancos. Alguém comentou que dava para sentir cheiro de tomilho no vento — talvez fosse verdade, ou só minha imaginação cansada. Eleni serviu a última taça e pediu para aproveitarmos devagar, porque “Santorini não tem pressa.” Ela estava certa nisso. Até hoje, quando abro uma garrafa em casa, lembro daquela vista.
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