Você vai navegar pela costa de Santorini num catamarã privativo com guias locais, nadar perto das praias vulcânicas e aproveitar as fontes termais antes de saborear comida grega fresca a bordo. Espere risadas com palavras trocadas, tomates quentinhos no almoço e momentos de silêncio vendo as falésias passarem — um dia que vai ficar na memória toda vez que sentir cheiro de sal ou peixe grelhado.
O passeio dura cerca de 5 horas, podendo ser pela manhã ou no pôr do sol.
Sim, o traslado ida e volta do hotel está incluso na sua reserva.
Sim, uma refeição tradicional grega é preparada na hora a bordo, junto com bebidas à vontade.
Sim, há paradas para nadar perto das praias vulcânicas e das fontes termais em Nea Kameni.
Sim, todos os convidados recebem equipamento para snorkel, toalhas de praia e roupões.
Sim, crianças são bem-vindas; bebês podem ir em carrinhos e há assentos especiais se precisar.
Opções vegetarianas podem ser solicitadas no momento da reserva.
Você verá Red Beach, White Beach, Indian Rock, farol de Akrotiri, vulcão Nea Kameni e muito mais do mar.
Seu dia inclui traslado ida e volta em qualquer lugar de Santorini, todos os impostos e taxas pagos antecipadamente, refrigerantes à vontade e vinho ou cerveja local durante o passeio privativo. Você receberá equipamento para snorkel (e toalhas) para as paradas de nado nas praias vulcânicas ou fontes termais antes de saborear um almoço grego fresquinho preparado no convés enquanto volta para o porto.
A primeira coisa que me chamou atenção foi como as falésias ao redor do porto de Vlychada pareciam esculpidas — como se alguém tivesse passado os dedos pela areia molhada e deixado do jeito que estava. Nosso capitão, Nikos, sorriu ao me entregar um café (mais forte do que eu esperava) quando partimos. O barco fazia um ronronar suave por baixo da gente, e, sinceramente, eu nem tinha ideia de como Santorini muda totalmente vista do mar — aquelas camadas de cinza e pedra-pomes pareciam um bolo empilhado. No ar, um cheiro leve de sal misturado com protetor solar e um toque floral vindo da bolsa de alguém. Nada desagradável.
Navegamos perto da Red Beach — tão vermelha que parecia brilhar contra o azul do mar. Nikos explicou sobre o ferro nas pedras enquanto a prima dele, Maria, apontava os nadadores que flutuavam perto da praia. Ela riu quando tentei falar “Kokkini Paralia” em grego — acabei arruinando a pronúncia. Não paramos ali, mas chegamos ainda mais perto da White Beach, onde as falésias ficaram claras e meio calcárias. A água era tão transparente que dava para ver as pedrinhas no fundo, e quando pulamos perto do vulcão depois (Nea Kameni), tinha uma área quente das fontes termais que parecia um banho quente depois da água fria do mar. Minha pele ficou com um cheiro leve de enxofre por horas.
O almoço foi preparado ali mesmo no convés — peixe grelhado, tomates que tinham gosto de sol, pão ainda quentinho. O vinho branco local não parava de aparecer na taça (parei de pedir depois de um tempo). Teve um momento de silêncio quando todo mundo só ficou olhando as falésias da caldeira passando devagar — ninguém falando, só os talheres mexendo nos pratos e o vento secando as toalhas penduradas no barco. Na volta para Vlychada, uma salada de frutas surgiu do nada. Até hoje lembro daquela vista do popa: o sol refletindo no spray do mar enquanto passávamos pelo farol de Akrotiri — parecia que o tempo desacelerou ali.
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