Você vai navegar de Milos passando por vilas de pescadores coloridas e formações vulcânicas, nadar na baía de Kalogries e explorar as cavernas de Kleftiko com um guia local. O almoço é servido no convés após o snorkel, seguido de relaxamento na lagoa azul de Poliegos, voltando com cabelo salgado e pele aquecida pelo sol.
O passeio dura o dia todo, explorando a costa de Milos e Poliegos.
Sim, o almoço é preparado na hora pela equipe a bordo durante o passeio.
Água engarrafada, bebidas alcoólicas e outras opções estão incluídas.
Sim, o equipamento de snorkel é fornecido para os mergulhos nas grutas de Kleftiko e outros pontos.
Não há transporte do hotel; os passageiros se encontram no ponto de partida em Milos.
O passeio não é indicado para crianças menores de 7 anos ou pessoas com mobilidade reduzida.
É necessário documento válido; leve roupa de banho, protetor solar e itens pessoais que precisar.
Sim, um guia local acompanha o grupo durante todo o passeio.
Seu dia inclui navegação pela costa de Milos com paradas para nadar na baía de Kalogries e nas grutas de Kleftiko, além de tempo na lagoa azul de Poliegos. Todas as bebidas são incluídas, assim como petiscos e um almoço caseiro servido pela equipe a bordo. O equipamento de snorkel está disponível para usar quando quiser; seu guia compartilha histórias enquanto você aproveita.
O que mais me surpreendeu foi o silêncio que tomou conta assim que deixamos a baía de Milos para trás — só o som da água batendo no casco e risadas vindo da proa. Nosso capitão, Nikos, apontava aquelas casinhas de pescadores coloridas de todas as cores que você imaginar (ele chamou de “Sirmata” — acho que falei errado). O ar tinha um cheiro meio salgado e quase doce perto de Klima. Tentei tirar foto, mas nada conseguiu captar a beleza real. Tem algo naquela luz da manhã que fica guardado na memória.
Navegamos perto de uma rocha chamada Arkoudes — dizem que parece um urso se você apertar os olhos (ou se já tomou uma das cervejas geladas que eles oferecem). Depois paramos na baía de Kalogries para o primeiro mergulho. A água estava tão cristalina que dava para ver meus dedos dos pés balançando lá embaixo. Fiquei hesitante antes de pular, parecia até irreal, mas que delícia — gelada no começo, depois perfeita. A guia Maria nadava com a gente e mostrava peixinhos que passavam rápido. Ela contou histórias de piratas que se escondiam nessas enseadas há séculos. Não sei se era tudo verdade, mas arrancou um sorriso meu.
Depois veio Kleftiko, e sério, nada prepara você para aquelas falésias brancas e cavernas. Fizemos snorkel passando por arcos enquanto a Maria abria caminho — ela sempre achava um túnel novo para explorarmos. Em um momento, só fiquei boiando de costas, vendo a luz do sol brincar debaixo d’água. O almoço foi feito ali mesmo no convés (legumes grelhados, pão fresquinho, algo com limão que tinha gosto de verão) e todo mundo comeu com cabelo molhado e areia nos pés. Parecia que ninguém queria sair dali.
Mais tarde, passamos pela praia de Gerakas, onde vapor saía das fontes termais — o cheiro me lembrou ovo cozido por um instante (não é ruim, só engraçado). O último mergulho foi na lagoa Galazia Nera, em Poliegos. Se azul tem cem tons, eles estavam todos ali. Até hoje penso naquele momento, flutuando com só céu acima e pedra abaixo; parecia que o tempo parou.

Precisa de ajuda para planejar sua próxima atividade?