Você vai navegar pela costa selvagem de Milos em grupo pequeno, parando para nadar em baías secretas e explorar as lendárias grutas piratas de Kleftiko com o Capitão Nikos. Prove um almoço grego fresquinho no convés enquanto a luz do sol reflete nos penhascos brancos e risadas flutuam sobre águas turquesa. Um passeio para sentir o sal na pele e guardar histórias para contar por muito tempo.
O passeio vai das 9h às 18h30, cerca de 9h30 no total.
Sim, o almoço grego completo é preparado a bordo pela equipe e está incluso no valor.
Não, todo equipamento de snorkel é fornecido para os convidados a bordo.
As principais paradas são a Baía de Agathia, as enseadas de Agios Ioannis ou a gruta Sykia (depende do clima), a Baía de Kleftiko e a Praia de Firopotamos/Baía de Agios Dimitrios.
Sim, cerveja, vinho local, refrigerantes, café e chá ficam disponíveis durante todo o dia.
Não há transporte do hotel; o embarque é no porto de Adamas, salvo mudanças por causa do tempo.
Sim, o almoço pode ser ajustado para dietas veganas ou alergias, basta avisar com antecedência.
O capitão pode alterar ou cancelar o roteiro para garantir conforto e segurança; rotas alternativas são planejadas conforme a direção do vento.
Seu dia inclui uso do equipamento de snorkel (não precisa levar o seu), bebidas à vontade como refrigerantes, cerveja e vinho local, salada de frutas frescas após as paradas para banho, café ou chá sob o sol da manhã e um almoço grego completo preparado a bordo pela Marion — que ainda adapta as receitas para dietas especiais se avisar antes.
“Você nunca vai conseguir falar ‘Kleftiko’ direito,” Nikos sorriu enquanto deixávamos Adamas para trás, o barco deslizando suave. Tentei mesmo assim — Li riu, Marion passou o café, e o mar já tinha aquele azul elétrico estranho que só se vê na Grécia. Passamos pelas casas coloridas de pesca em Klima, com as portas quase beijando a água. O ar tinha um cheiro leve de sal e protetor solar, que de algum jeito me fez sentir criança de novo.
Paramos primeiro em Agathia — ninguém por perto, só umas gaivotas e o som suave de xícaras no convés. Pulei na água (mais fria do que eu esperava), e Marion distribuiu um café da manhã com mel tão floral que parecia a própria primavera. Depois, em Agios Ioannis, o mosteiro parecia ter caído do céu — branco contrastando com o verde seco ao redor. Nikos apontou uma pedra que parecia um urso; confesso que esforcei a vista, mas só vi pedra mesmo. Talvez só faça sentido se você for grego?
Mas o grande destaque foi a Baía de Kleftiko. É daquelas paisagens que bagunçam sua noção de cor: penhascos vulcânicos tão claros que quase brilham, água tão transparente que você vê seus próprios pés a vinte metros de profundidade. Nikos nos levou para dentro das grutas de dingue; o eco lá dentro, a água fresquinha na pele. Ele contou histórias de piratas que se escondiam ali (quase acreditei). O almoço no convés foi todo feito com ingredientes locais: tomates tão maduros que quase explodiam, queijo salgado, um prato com grão-de-bico e limão — até hoje penso naquela refeição quando bate a fome. Ninguém tinha pressa; alguns cochilavam no sol, outros pulavam do barco só porque podiam.
Na volta, rumo à Praia de Firopotamos, paramos numa capelinha minúscula que só dava para chegar nadando ou escalando pedras — alguém tocou o sino e todo mundo aplaudiu sem motivo nenhum. Marion distribuiu uma salada de frutas que tinha gosto de sol gelado. Minha toalha nunca secou direito, mas já nem me importava mais.

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