Você embarca no porto de Kos para um passeio de barco tranquilo por três ilhas próximas — explorando a pacata vila de Vathi, nadando nas águas cristalinas de Plati (com chance de ver golfinhos), e curtindo um almoço grego com churrasco e momentos relaxantes na praia de Pserimos, antes de voltar com o cabelo cheio de sal e histórias novas para contar.
O passeio acontece diariamente das 10h às 17h15, com cerca de 7 horas de duração.
Sim, é servido um almoço churrasco com opções de carne e vegetarianas a bordo.
Sim, há paradas para banho no islote Plati e na ilha Pserimos.
Sim, há opções vegetarianas como feijão e dolmades.
Sim, há tempo para explorar a vila de Vathi em Kalymnos e a vila de Pserimos.
Não, o embarque é direto no porto de Kos.
Não, bebidas não estão incluídas, mas coquetéis podem ser comprados durante a happy hour.
Sim, crianças são bem-vindas, assim como bebês e carrinhos de bebê.
Seu dia inclui saída do porto de Kos a bordo do Odyssey, com paradas em três ilhas — caminhada pela vila no fiorde de Vathi, banho no islote Plati com coquetéis opcionais à venda, uma hora livre na praia ou nas tavernas de Pserimos, além de almoço churrasco (com opções vegetarianas) servido pela equipe simpática antes do retorno ao entardecer.
O que mais ficou na minha memória foi o cheiro de protetor solar misturado com café enquanto embarcávamos no Odyssey, no porto de Kos. O capitão acenou para a gente — aquele tipo de cara marcado pelo sol e pelo mar, de quem vive no barco há anos. Partimos no horário certinho, e antes mesmo de terminar meu primeiro gole, a costa já desaparecia e alguém colocou uma música que parecia o próprio verão. Nem imaginava que as ilhas eram tão próximas; Kalymnos surgiu do nada. Ao entrarmos no fiorde de Vathi, a água ficou de um azul-esverdeado tão intenso que dava para ver os peixinhos nadando. A vila parecia parada no tempo — ruas silenciosas, uma senhora vendendo suco de laranja feito em casa (comprei um copo, tinha gosto de sol), e antigos armazéns de esponjas onde ainda se sentia o cheiro do sal e um toque adocicado.
Depois de uma hora explorando Vathi, seguimos para Plati. No caminho, o guia apontou as fazendas de peixes — dizem que golfinhos aparecem por lá às vezes. E não é que vimos dois? Nada de saltos ou acrobacias, só eles surgindo perto do barco enquanto todo mundo corria para pegar a câmera. Em Plati, ancoraram e disseram “quem quiser, pode pular”. A água era tão cristalina que parecia mentira; não sou muito de nadar, mas não resisti. No convés rolava uma happy hour — taças tilintando, risadas em cinco línguas diferentes. Minha toalha ficou metade areia, metade molhada; nem liguei.
Pserimos foi nossa última parada. No inverno, vivem ali só umas quinze famílias — o guia contou isso enquanto almoçávamos souvlaki e salada (o churrasco está incluído). Alguns foram direto para a praia rasa; eu me perdi por um caminho estreito atrás de uma taverna e fiquei sozinho, cercado pelo barulho das cigarras que parecia o próprio calor. Não tem muito o que fazer além de desacelerar — e acho que é essa a ideia. No retorno a Kos, sentei perto do parapeito vendo o sol brincar nas ondas e percebi que não tinha olhado para o celular o dia todo. Até hoje penso naquele suco de laranja.
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