Você vai navegar pelas águas turquesa do Golfo Sarônico perto de Atenas, nadar em Agistri e Metopi, provar meze grego com ouzo e vinho à vontade no convés. Com música ao vivo de DJ e tempo para explorar as ruas de Aegina ou experimentar sorvete de pistache, esse cruzeiro é relaxamento com surpresas – e o transfer do hotel facilita muito.
O passeio passa pelas ilhas Agistri, Metopi e Aegina no Golfo Sarônico.
Sim, há um buffet de comida mediterrânea e petiscos meze gregos.
Sim, vinho da casa à vontade para adultos, além de café, refrigerantes, água e um coquetel incluso.
Sim, o serviço de transfer está disponível se escolhido na reserva; os horários variam conforme o hotel.
O embarque é às 09:30 e o barco parte às 09:45.
Sim, DJs ao vivo animam o cruzeiro durante todo o passeio.
Sim, bebês e crianças são bem-vindos; bebês devem ficar no colo de um adulto ou usar carrinho.
Sim, há chuveiros gratuitos no convés ensolarado do barco.
O dia inclui transfer do hotel se escolhido na reserva, todas as taxas e entradas já pagas, vinho da casa à vontade para adultos, além de refrigerantes e café durante o cruzeiro. Você vai provar petiscos meze com ouzo antes do almoço estilo buffet mediterrâneo. DJs ao vivo animam o passeio entre as paradas para banho em Agistri e Metopi, e ainda sobra tempo para explorar as ruas de Aegina – tudo isso antes de voltar para Atenas à noite.
Já estávamos quase chegando em Agistri quando percebi o sabor do ar, salgado como azeitonas secas ao sol. O barco estava tranquilo, o que me surpreendeu (esperava um aperto maior), e a tripulação nos ofereceu água gelada como se fôssemos velhos conhecidos. A guia, Eleni, apontou para Aegina na névoa e comentou algo sobre pistaches que fez todo mundo rir – só eu que não entendi a piada. Um DJ montava as caixas no convés superior; no começo achei que ia exagerar, mas na real só deu um toque a mais de verão à vibe.
A primeira parada para banho em Agistri foi incrível – a água é mesmo daquele azul surreal. Nem sei quanto tempo ficamos flutuando, parecia que o tempo parou. Uns moleques locais de outro barco gritaram “Kalimera!” e nos molharam (tentei responder, mas me enrolei todo). De volta ao barco, alguém passou copinhos de ouzo com petiscos salgados – acho que chamam de meze – e de repente senti o calor na pele não ser só do sol. A música vinha lá de cima enquanto o pessoal se esticava nas toalhas ou só ficava olhando o brilho do mar.
Depois fomos para Metopi – minúscula e silenciosa, só alguns pássaros e um cara jurando que viu uma tartaruga (ninguém viu). Tem algo mágico em estar num lugar que só barco alcança; parece que a rotina ficou lá longe por um tempo. O almoço foi um banquete mediterrâneo – muito tomate e feta – e vinho à vontade pra quem quisesse (eu tomei dois, talvez três copos). Em Aegina, passeamos pela vila, tomamos café e experimentamos sorvete de pistache. O capitão acenou pra gente voltar com um sorriso que dizia “já fiz isso mil vezes, mas nunca cansa”. Ainda lembro daquela vista ao sair de Aegina – o céu dourado atrás da gente – e como ninguém queria falar muito naquele momento.
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