Você vai remar de Epidavros com um guia local, explorar de snorkel uma antiga cidade submersa (câmera inclusa), fazer uma pausa no pequeno teatro à beira-mar e compartilhar uma comida caseira grega sob os pinheiros perto da praia. Se tiver sorte, pode até ver tartarugas marinhas deslizando enquanto você flutua sobre antigas paredes de pedra.
O passeio padrão dura algumas horas; há uma versão estendida com mais duas horas, incluindo almoço e mais mergulho.
Sim, snorkel e máscara estão incluídos para explorar as ruínas da antiga cidade submersa.
Sim, o passeio é indicado para todos os níveis de preparo físico e iniciantes são bem-vindos.
Uma refeição caseira tradicional está incluída na versão estendida do passeio.
Não há transporte do hotel mencionado; opções de transporte público estão disponíveis nas proximidades.
É possível encontrar tartarugas marinhas ao longo da costa ou perto da praia isolada.
Uma câmera à prova d’água é fornecida durante o snorkel; fotos e vídeos serão enviados depois.
Você visita o Pequeno Teatro de Epidavros e faz snorkel na antiga cidade submersa.
Seu dia inclui todo o equipamento de segurança para caiaque, além de primeiros socorros carregados pelos guias, água mineral para manter você hidratado sob o sol grego, lanches para dar energia entre as paradas, snorkel e máscara para explorar as ruínas submersas (com câmera à prova d’água inclusa), seguro pessoal durante todo o passeio — e se escolher a versão mais longa — almoço caseiro grego servido ali mesmo sob os pinheiros antes de voltar com o sal ainda no cabelo.
Confesso que quase desisti quando vi os caiaques alinhados na praia de pedrinhas em Epidavros — pareciam mais finos do que eu esperava. Nosso guia, Yannis, só sorriu e me entregou um remo como se já tivesse visto essa reação mil vezes. A água estava calma e azul, não exatamente turquesa, mas quase. Partimos com o cheiro de pinheiros descendo das colinas atrás da gente e o som das cigarras fazendo aquela trilha sonora de verão. Meus braços tremiam no começo (faz tempo que não remava), mas em dez minutos já nem lembrava disso — só existia o mar aberto e aqueles peixinhos estranhos que passavam rápido por baixo da superfície.
A primeira parada foi o Pequeno Teatro de Epidavros. Fica ali, bem acima do mar — dá pra ouvir as ondas batendo enquanto você está onde antes eram os assentos mais baratos. Yannis contou como as pessoas se reuniam ali para assistir peças há séculos, e por um instante tentei imaginar: sandálias arranhando a pedra, alguém rindo alto demais. Depois remamos mais pela costa até o que ele chamou de “a antiga cidade submersa”. Eu não esperava muito, mas quando mergulhei a cabeça (eles dão máscara e até uma câmera se quiser), vi aquelas paredes antigas e pedaços de cerâmica espalhados, como se alguém tivesse saído correndo dali há eras. A água tinha gosto de sal, mas era limpa — não sei por que isso ficou na minha cabeça.
Fizemos o caminho mais longo (recomendo se tiver tempo) e chegamos numa enseada tranquila onde os pinheiros quase tocam a areia. O almoço estava esperando — algo simples, mas absurdamente gostoso: tomates que realmente têm gosto de tomate, feta que desmancha nos dedos, azeite escorrendo por tudo. Falaram das tartarugas marinhas que aparecem por ali; eu achei que era só história até uma aparecer a uns cinco metros enquanto eu ainda mastigava o pão. Todo mundo congelou, menos o Yannis, que só acenou com a cabeça tipo “viu só?”
Na volta, meus braços pareciam gelatina, mas ninguém ligou — a maior parte do trajeto foi só deixar o caiaque levar. Ainda penso naquelas ruínas submersas e fico imaginando quem construiu aquilo e como era a vida antes de tudo afundar nessas águas.

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