Você vai sair de Tbilisi rumo ao norte selvagem da Geórgia — explorando fortalezas antigas, provando khinkali de verdade, caminhando até a Igreja da Trindade de Gergeti sob o Monte Kazbegi e curtindo vistas incríveis das montanhas o dia todo com um guia local simpático.
Sim! Crianças são bem-vindas desde que acompanhadas por um adulto. Podemos fornecer cadeirinhas para bebês, é só avisar antes.
Nas igrejas da Geórgia: não é permitido usar shorts dentro (para todos) e as mulheres precisam cobrir a cabeça. Leve um lenço ou peça um na entrada.
Com certeza — basta informar suas restrições na hora da reserva e garantimos que você seja bem atendido no almoço.
O dia completo dura cerca de 10 a 11 horas, incluindo todas as paradas e o retorno a Tbilisi.
Veículo privado com motorista; busca e retorno no hotel; água mineral; guia profissional que fala inglês; suporte online 24/7; almoço tradicional georgiano (com opções vegetarianas); todas as entradas inclusas.
Tudo começou quando nosso guia e motorista nos buscaram na porta do hotel em Tbilisi — sem espera, direto para o dia de aventuras. O ar ainda trazia um leve cheiro de enxofre das antigas termas enquanto deixávamos a cidade para trás. Seguimos para o norte, passando pela Represa de Jinvali — a água tinha uma cor quase surreal, um azul-esverdeado intenso contra as colinas cinzentas. A Nino, nossa guia, contou como a barragem mudou a vida das vilas próximas; dava para ver pescadores lançando suas linhas na margem, mesmo bem cedo.
A próxima parada foi a Fortaleza de Ananuri. Ela fica no alto do rio Aragvi e, sinceramente, é como voltar alguns séculos no tempo. As paredes de pedra são ásperas ao toque, e se você prestar atenção, pode ouvir os sinos da igreja ecoando pelo vale. Nino nos contou histórias sobre senhores feudais e antigas rotas comerciais — esse lugar era uma parada importante na estrada que hoje chamamos de Estrada Militar da Geórgia. Passeamos pelos arcos e subimos numa das torres para admirar a vista da represa (ventava bastante lá em cima, segure o chapéu!).
O almoço chegou na hora certa — um cantinho aconchegante perto de Gudauri onde serviram khinkali direto da panela. A mesa se encheu de pratos com badrijani (rolinhos de berinjela), pão fresquinho e o molho tkemali, que tem aquele toque azedinho delicioso. Nosso grupo acabou puxando papo com alguns locais na mesa ao lado, que recomendaram experimentar o mel das montanhas se encontrássemos alguma barraca pelo caminho.
Depois do almoço, paramos no Monumento da Amizade — um grande mosaico redondo no alto do Vale do Diabo. As cores vibrantes e a vista panorâmica para o desfiladeiro impressionam. Dá para sentir a altitude; mesmo no verão, o vento aqui é gelado. Gudauri fica logo ali — uma estação de esqui no inverno, mas animada em junho, com parapentes colorindo o céu e crianças vendendo frutas silvestres à beira da estrada.
A viagem até a Igreja da Trindade de Gergeti é um espetáculo à parte — curvas fechadas entre colinas verdes até que, de repente, você olha para cima e vê o Monte Kazbegi imponente. Fizemos uma pequena trilha a partir do ponto onde a van parou (leve um casaco — o tempo muda rápido). A igreja fica sozinha a 2.170 metros de altitude; lá dentro, o silêncio é quebrado só pelo cheiro de vela e orações sussurradas. Do lado de fora, a vista aberta para a vila de Stepantsminda e as montanhas ao redor é de tirar o fôlego.
Antes de voltar para Tbilisi, fizemos uma última parada no Rooms Hotel Kazbegi para um café na varanda — grandes janelas enquadrando o Monte Kazbek enquanto as nuvens passavam devagar pelo cume. À noite, fomos deixados no hotel, cansados, mas cheios de histórias (e talvez ainda com um leve cheiro do ar da montanha).
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