Você vai passar por vilarejos tranquilos do Vale do Loire em uma van confortável antes de provar vinhos Vouvray direto das adegas locais. Toque a terra da vinha com a guia, deguste espumantes, brancos e tintos harmonizados com queijos e charcutaria, e compartilhe risadas com novos sabores. Espere momentos genuínos — ritmo tranquilo, conversas reais — e lembranças que duram mais que qualquer souvenir.
Você vai provar pelo menos dez vinhos diferentes durante duas visitas às adegas neste tour de vinho em Vouvray.
Sim, o transporte é feito em uma van Mercedes com ar-condicionado durante todo o passeio.
Sim, as degustações incluem queijos locais e charcutarias como rillettes e rillons para acompanhar os vinhos.
Com certeza — a guia adapta as explicações para todos os níveis, do iniciante ao expert.
O grupo é pequeno — no máximo 8 pessoas por tour para uma experiência mais personalizada.
Sim, bebês e crianças pequenas são bem-vindos; carrinhos de bebê podem ser levados na van.
Você vai conhecer um vinhedo ao ar livre e duas adegas subterrâneas diferentes durante o passeio matinal.
Seu dia inclui transporte confortável de van de Tours a Vouvray e volta, visitas guiadas a um vinhedo e duas adegas subterrâneas, degustação ampla de vinhos espumantes, brancos tranquilos e tintos de Touraine (pelo menos dez no total), harmonizações generosas com queijos locais e charcutaria como rillettes e rillons em ambas as degustações, água disponível durante todo o passeio, além de um guia local experiente que adapta o roteiro ao seu nível de curiosidade.
Confesso que quase perdi a van naquela manhã em Tours — não achava meu outro sapato (coisa clássica). Mas nossa guia, Camille, só sorriu quando finalmente entrei, meio sem fôlego. “Sem pressa”, ela disse, “as vinhas não vão fugir.” O ar do Vale do Loire estava fresco, mas suave, e enquanto cruzávamos vilarejos tranquilos rumo a Vouvray, senti o cheiro de pão fresquinho vindo de uma padaria que passamos — juro que deu vontade de ter pulado o café da manhã no hotel.
Nosso primeiro destino foi uma vinícola onde o chão estava úmido sob os pés. Camille explicou o terroir enquanto pegava um punhado de terra calcária — ela deixou a gente tocar, parece bobeira, mas de algum jeito fez tudo sobre vinho fazer sentido pra mim. O cachorro do produtor ficava circulando nosso grupo, cheirando os sapatos de todo mundo (os meus principalmente). Dentro da primeira adega, estava frio e com um cheiro leve de pedra e maçã. Provamos Vouvray espumante e branco tranquilo — cinco tipos no total — e cada gole parecia despertar uma parte diferente da língua. A harmonização com queijo de cabra foi... sinceramente, ainda fico pensando nela.
A segunda parada foi numa vinícola familiar — menos formal, mas com um clima mais acolhedor. Os tintos deles me surpreenderam; não esperava gostar tanto. Teve um momento em que alguém tentou falar “rillettes” e o dono caiu na risada (não vou dizer quem). Degustamos charcutaria com os vinhos; os rillons eram salgados e intensos. A conversa fluiu melhor depois disso — talvez pelo vinho ou só porque todo mundo ficou mais à vontade. A guia respondeu todas as perguntas aleatórias que fizemos sobre vinificação e como os locais costumam beber esses vinhos em casa.
Na volta, o clima estava mais tranquilo — talvez todo mundo estivesse satisfeito ou simplesmente feliz. A luz do sol brincava na janela da van e caiu na minha mão, e percebi que quase não tinha olhado para o celular a manhã inteira. É curioso o que fica na memória: o sabor daquele último gole, a risada fácil da Camille, ou talvez só como campos comuns podem parecer especiais por algumas horas.
Pagamento seguro em viator.com

Precisa de ajuda para planejar sua próxima atividade?