Você vai entrar nas lendárias caves da Maison Mumm em Reims com uma guia local, compartilhar almoço e histórias numa vinícola familiar, passear pelas ruas tranquilas de Hautvillers onde Dom Pérignon viveu e terminar o dia brindando entre as vinhas. Se quer sentir a verdadeira essência do Champagne, não só provar, esse passeio fica na memória muito depois de acabar.
O tour começa às 9h20 em Reims e termina por volta das 17h20.
Sim, o traslado de ida e volta em Reims está incluso na reserva.
Você vai provar sete taças ao longo das visitas à Maison Mumm e vinícolas locais.
Um almoço tradicional é servido numa vinícola familiar, acompanhado de harmonização com Champagne.
Não, crianças menores de 10 anos não podem participar deste tour compartilhado.
Sim, você vai explorar Hautvillers — berço do Champagne — e visitar a abadia local.
O tour compartilhado tem no máximo 8 passageiros por grupo.
Informe qualquer necessidade alimentar no momento da reserva para que possamos providenciar.
Seu dia inclui traslado de ida e volta em van com ar-condicionado em Reims, acompanhamento de guia local, entrada nas caves históricas da Maison Mumm para degustações, visitas a vinícolas familiares com sete taças provadas no total, além de almoço tradicional servido numa das propriedades antes do retorno no fim da tarde.
Mal descemos da van em Reims e já sentimos aquele friozinho típico, que parece vir das pedras antigas. Nossa guia, Camille, nos recebeu com um sorriso fácil e algumas histórias da infância ali perto (ela jura que consegue identificar um bom Champagne pelo jeito das bolhas fazerem cócegas no nariz — confesso que ainda não peguei o jeito). Começamos direto pela Maison Mumm. As caves subterrâneas são mais geladas do que eu imaginava, e o eco faz cada passo parecer mais alto. O cheiro mistura umidade, giz e um toque doce, como maçãs deixadas no outono. Camille mostrou garrafas que descansam ali desde antes de eu nascer. Tentei imaginar todas as comemorações guardadas naquele silêncio.
O almoço foi numa vinícola familiar — sinceramente, não sabia o que esperar. Os donos ficaram um tempo conosco, explicando os blends em francês e inglês (e com algumas mímicas quando faltava palavra). A comida era simples, mas tinha um gostinho especial — pão fresquinho, queijo que chiar ao morder, e um copo (ok, talvez dois) do próprio Champagne deles. É engraçado como todo mundo relaxa depois do primeiro brinde. Alguém tentou falar “terroir” e a gente caiu na risada por um instante.
Depois seguimos para Hautvillers — uma vila que parece ter sido pintada para cartão-postal. Dá pra sentir cheiro de grama cortada e fermento das padarias enquanto anda pelas ruas. Camille nos mostrou a abadia onde Dom Pérignon trabalhou; ela tocou nas pedras antigas como se elas guardassem a memória dele. O lugar tem uma calma especial — mesmo com turistas por perto — e me peguei parado ali mais tempo do que o normal. A última degustação, numa produtora pequena, teve um sabor diferente depois de ver onde tudo começou. O sol já estava baixo, e tudo ficava dourado entre as vinhas. Até hoje penso naquela luz.

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