Deslize por ícones como a Torre Eiffel e Place de la Concorde neste tour de Segway em Paris, ouvindo histórias do seu guia local enquanto passa pelas margens do Sena e grandes avenidas. Grupos pequenos, muitas paradas para fotos e aqueles momentos únicos que fazem Paris ser de verdade — tudo com equipamento incluso para você só chegar e curtir.
O passeio de Segway dura cerca de 2,5 horas.
Sim, capacetes são fornecidos (obrigatórios), além de luvas, capa de chuva, jaqueta corta-vento ou fleece se precisar — tudo incluso no preço.
Você verá lugares como Torre Eiffel, Les Invalides (Museu do Exército), Place de la Concorde, Grand Palais, Petit Palais, Pont Alexandre III e Pont de l’Alma.
Sim, é preciso ter pelo menos 14 anos; menores devem estar acompanhados por um adulto.
Os grupos são limitados a 10 pessoas por guia para garantir conforto e segurança.
Não, o ponto de encontro é próximo à Torre Eiffel.
Não, o guia dá todas as instruções antes de começar.
Sua tarde inclui o uso de um Segway com bolsa frontal para seus pertences e todo o equipamento de segurança: capacete (obrigatório), luvas ou jaquetas se estiver frio ou chovendo — até mangas térmicas para as mãos, se precisar. Um guia local vai conduzir seu grupo pequeno pelo centro de Paris, com várias paradas para fotos e histórias em rotas icônicas, antes de voltar ao ponto inicial perto da Torre Eiffel.
A primeira coisa que percebi foi o zumbido do Segway sob meus pés, bem ali perto da Torre Eiffel — tão perto que dava para ouvir turistas rindo em várias línguas. Nossa guia, Camille, distribuiu capacetes (o meu tinha um leve cheiro de lavanda, talvez da pessoa anterior?) e fez uma piada sobre como até os parisienses se perdem na própria cidade. Tentei não parecer nervoso, mas confesso que no começo fiquei meio bambo. O céu estava daquele azul clarinho típico do início da primavera, e um cheiro forte de café vinha de algum lugar perto do Champ de Mars. Partimos em fila, parecendo mais patinhos do que exploradores.
Passamos voando pela Pont de l’Alma — Camille apontou onde fica o memorial da Princesa Diana, que eu jamais teria notado sozinho. Os detalhes dourados da Pont Alexandre III brilhavam no sol; alguém atrás de mim murmurou um “uau”. Tentei tirar uma foto, mas quase deixei o celular cair (Segways não param para Instagram). A cidade parecia outra vista desse ângulo — como se estivéssemos flutuando acima da correria. Na Place de la Concorde, paramos enquanto Camille explicava por que tem um obelisco egípcio em Paris. Confesso que metade passou batido, mas o entusiasmo dela compensou tudo.
Não esperava me sentir tão relaxado passando pelo Grand Palais e Petit Palais — tem algo em não precisar andar que faz você reparar nos detalhes: como a luz do sol bate nas pedras antigas, ou como os locais gesticulam ao falar. Um senhor mais velho acenou para a gente da bicicleta e gritou algo amigável (acho que sim) em francês. Quando chegamos em Les Invalides e ouvimos as histórias sobre o túmulo de Napoleão, minhas pernas já não tremiam mais. O grupo era pequeno — só oito pessoas — então nunca foi corrido ou cheio demais.
Voltando para a Torre Eiffel, percebi que parei de pensar em como eu devia parecer bobo no Segway e comecei a curtir mesmo fazer parte de Paris por algumas horas. Essa sensação ficou comigo muito mais do que qualquer souvenir.
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