Você vai pedalar pelos monumentos mais famosos de Paris — da reconstrução do Notre Dame até passar ao lado da Torre Eiffel — com um guia local que fala inglês, garantindo diversão e segurança. Espere pausas para lanche em ruas movimentadas, muitas fotos e surpresas que só quem está de bike percebe. Essa experiência deixa você sentir o verdadeiro ritmo de Paris.
Sim, é para todos os níveis de preparo físico e há bicicletas infantis disponíveis.
Sim, você vai parar em lugares icônicos como Notre Dame (4º arrondissement), Louvre (1º arrondissement) e passar pertinho da Torre Eiffel (7º arrondissement).
Sim, os capacetes estão incluídos e são opcionais para quem tem mais de 12 anos.
Sim, faremos uma pausa rápida para lanche na Rue Cler durante o passeio.
O percurso passa por vários arrondissements, incluindo 1º, 4º, 7º e 8º, com várias paradas nos principais monumentos.
Sim, seu guia será um local especialista que fala inglês fluentemente.
Sim, há opções de transporte público próximas para facilitar seu acesso.
O seu dia inclui o uso de uma bicicleta estilosa com cesta, capacete opcional para adultos (obrigatório para crianças), um guia local fluente em inglês que conduz o passeio com segurança pelo centro de Paris — incluindo pausas para lanche — além de bicicletas infantis ou cadeirinhas para bebês, se necessário.
"Você realmente quer pedalar em Paris?" Foi o que meu amigo perguntou quando encontramos nosso guia perto do 4º arrondissement, com os capacetes pendurados no guidão. Eu também estava na dúvida — o trânsito em Paris parecia uma loucura só de olhar da calçada — mas, de algum jeito, tudo mudou quando começamos a pedalar. A cidade estava acordando, e dava para sentir o cheiro do pão fresquinho saindo de alguma padaria escondida enquanto passávamos pelos fundos do Notre Dame. Nossa guia, Camille, apontava as estruturas de andaimes e explicava como estão reconstruindo depois do incêndio. Me peguei olhando demais para a pedra — nunca tinha reparado em tantos detalhes andando a pé.
Seguimos até o Palais de Justice e paramos na Pont des Arts. O rio Sena brilhava prateado na luz da manhã; alguém tocava acordeão ali perto (eu sei, clichê, mas aconteceu mesmo). Camille contou histórias de casos antigos da justiça e dos artistas que costumavam frequentar essas pontes. Tentei imaginar todas aquelas vidas empilhadas — deu até um nó na cabeça. O caminho pelo 1º arrondissement foi mais esburacado do que eu esperava (aquelas pedras de paralelepípedo!), mas, na real, isso só me fez rir. Em um momento, a cesta da bike tremeu tanto que achei que minha garrafinha ia pular fora.
Não esperava me sentir tão à vontade desviando do trânsito na Rue Cler, mas tem algo em fazer parte daquele fluxo constante — gente conversando nas calçadas, bikes de entrega passando rápido — que faz você esquecer que é turista por um instante. Paramos para um lanche rápido (peguei um pain au chocolat) e logo estávamos ao lado da Torre Eiffel. É estranho como vê-la de uma ciclovia, e não num cartão postal, faz ela parecer quase... normal? Mas não menos impressionante — até hoje penso naquela vista toda vez que vejo fotos.
Na volta, seguimos à beira do rio entre o Grand e o Petit Palais — Camille contou umas curiosidades sobre as Exposições Mundiais que, confesso, já esqueci (desculpa, Camille). Última parada: Champs Elysées para a clássica foto no Arco do Triunfo. Descer aquela avenida de bike foi quase um trapaça — muito mais rápido que a pé, mas ainda dá para captar todos aqueles pequenos momentos: um casal discutindo baixinho em francês, o sol passando pelas folhas das árvores. Minhas pernas já estavam cansadas, mas daquele jeito bom, de quem sabe que viu algo de verdade.

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