Você vai conhecer a vida real da realeza dentro do Palácio de Versalhes com entrada sem fila e histórias da sua guia local, passear por salões iluminados e galerias espelhadas, e relaxar nos jardins imensos onde as fontes dançam ao som da música. A viagem de trem entre Paris e Versalhes parece uma passagem entre mundos — e você pode acabar ficando por lá muito depois do tour acabar.
O tour inclui uma viagem guiada de trem RER do centro de Paris até Versalhes com a sua guia.
Sim, os ingressos comprados antecipadamente garantem entrada rápida, evitando as filas comuns no Palácio de Versalhes.
Sim, o ingresso cobre o interior do Palácio de Versalhes — incluindo o Salão dos Espelhos — e o acesso aos jardins.
O tour guiado pelo palácio e jardins dura cerca de 3 horas.
Sim, você pode escolher voltar com o grupo ou ficar em Versalhes para aproveitar no seu ritmo após o tour.
Se visitar em dias específicos (fins de semana ou feriados entre abril e outubro), você verá shows musicais nas fontes durante o passeio.
Não inclui almoço, mas sua guia pode indicar bons lugares para comer em Versalhes após o tour.
Todos os ingressos necessários para o trem, entrada no palácio e jardins estão incluídos ao reservar este tour.
Seu dia inclui uma viagem guiada de trem RER saindo do centro de Paris com guia em inglês, ingressos sem fila para o Palácio de Versalhes e seus jardins franceses — incluindo shows especiais nas fontes quando disponíveis — e todas as reservas para você curtir sem se preocupar com nada, voltando no seu tempo.
“Vocês vão adorar,” disse nossa guia Sophie enquanto nos espremíamos no RER no centro de Paris, com seu guarda-chuva aparecendo da bolsa feito uma bandeira. Ela contou sobre os hábitos do café da manhã francês (parece que croissant é mesmo coisa séria), e lembro da risada dela quando tentei falar “Versailles” direito — definitivamente não foi meu melhor momento. A viagem de trem foi rápida, mas deu tempo de ver a cidade se transformar em subúrbios verdes, e, pra ser sincero, não esperava me sentir tão longe de Paris tão rápido.
Chegar aos portões do palácio foi quase surreal — tinha um brilho dourado por toda parte, mesmo numa manhã nublada. Sophie nos fez passar direto pela fila enorme (vi uma mulher me olhando feio — não dava pra culpá-la), e de repente estávamos dentro do Palácio de Versalhes. O Salão dos Espelhos é maior do que nas fotos; a luz do sol refletia em cada canto, e dava pra quase ouvir o eco dos passos antigos sob aquele teto alto. Sophie mostrou onde Maria Antonieta dançou, depois sussurrou uma história sobre portas secretas escondidas atrás de cortinas de veludo. O ar tinha um leve cheiro de cera de polimento misturado com algo floral — talvez perfume antigo? Ou só minha imaginação mesmo.
A melhor parte pra mim foi caminhar pelos Jardins de Versalhes depois de tantos cômodos decorados. As fontes jorravam em horários super precisos (Sophie tinha tudo cronometrado), e de vez em quando saía uma música vinda de algum canto entre os arbustos. Passamos por famílias fazendo piquenique na grama — uma menininha me ofereceu um morango, e claro que aceitei, quem recusa? Meus sapatos ficaram enlameados, mas nem liguei; tem algo especial em ver onde os reis e rainhas desfilavam e hoje as pessoas só ficam relaxando e comendo petiscos.
Até hoje lembro de ficar perto de uma daquelas fontes, vendo a água formar arcos no céu enquanto Sophie explicava que tudo funcionava só pela gravidade — nada de bombas naquela época. Fiquei pensando no que mais deve estar escondido sob aqueles gramados perfeitos. Enfim, poderíamos ter voltado com o grupo, mas resolvemos ficar mais um pouco na cidade de Versalhes para tomar um café (Sophie deu várias dicas). Se estiver pensando em fazer um bate-volta de Paris a Versalhes, não tenha pressa — deixe-se perder um pouco por lá.

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