Explore os mercados vibrantes de Nice com um guia local, provando desde pissaladière até queijo com trufa enquanto descobre o que torna a culinária da cidade tão especial. Aproveite petiscos nas lojinhas do centro histórico e termine o dia com vinho e doces num piquenique na Colina do Castelo — com vistas que podem até te distrair da próxima mordida.
O passeio dura cerca de 4 horas do início ao fim.
Sim, o tour inclui várias degustações ao longo do caminho e um piquenique final com comidas locais, petiscos, vinhos e doces.
O ponto de encontro é na orla, na Promenade des Anglais, em Nice.
Informe os organizadores sobre alergias ou restrições alimentares no momento da reserva para que as degustações sejam adaptadas.
Sim, é adequado para todos os níveis de condicionamento físico, segundo os organizadores.
O grupo é pequeno, com no máximo 15 participantes.
Você visitará o Mercado de Flores do Cours Saleya, ruas e praças do centro histórico, incluindo a Praça Rossetti, a área da ópera e terminará no Parque da Colina do Castelo.
Sim — vinhos locais fazem parte de várias degustações, além de outras bebidas dependendo das paradas.
Seu dia inclui degustações guiadas em barracas de mercado e lojas artesanais pelo centro histórico de Nice, com cerca de dez especialidades regionais doces e salgadas (azeites, queijos com mel, pães), vários copos de vinho local durante as paradas e um piquenique final animado na Colina do Castelo — com petiscos, doces, mais vinho — tudo conduzido por um guia expert que conhece todos os atalhos dessas ruas sinuosas.
Antes mesmo de terminar meu café, alguém me ofereceu um pedaço de pissaladière — ainda quentinho, com cebolas doces e pegajosas, e aquele toque salgado da anchova nos dedos. Foi assim que começou nosso tour gastronômico em Nice, bem na Promenade des Anglais. A guia, Camille, acenou para nós com um sorriso que me fez confiar nela na hora (ela brincou que tinha “resistência para mercado” — eu nem sabia que isso existia). Seguimos pelo Mercado de Flores do Cours Saleya, desviando dos moradores com cestas cheias de ervas e girassóis. O ar tinha um cheiro misto de pêssego com manjericão. Eu parava o tempo todo para admirar as cores — tantos vermelhos e verdes que quase doíam nos olhos.
Provamos de tudo: azeites tão frescos que pareciam vivos, queijos com trufa que me fizeram parar no meio da frase, frutas cristalizadas tão grudadas que quase colaram meus dentes. Camille explicou que a comida de Nice é essa mistura louca de França e Itália — ela chamou de “cozinha de fronteira” — e mostrou como cada barraca tinha sua própria história. Em um momento tentei falar “socca” em francês; o vendedor riu e me deu uma fatia mesmo assim (estava quente, crocante nas bordas). As pessoas ao redor conversavam no dialeto niçois — entendi umas duas palavras, mas adorei o som delas flutuando no barulho do mercado.
Depois de passar pelas ruas estreitas do centro histórico (quase perdi o grupo ao me distrair com uma vitrine de doces), paramos em frente à ópera para uma pausa histórica — confesso que só prestei atenção pela metade, porque ainda sentia o gosto do mel da última harmonização com queijo. Terminamos na Praça Rossetti, em frente à Catedral de Santa Reparata; Camille contou sobre os antigos festivais dali enquanto comíamos mais petiscos de lojinhas artesanais escondidas em cantos que você nunca acharia sozinho. Minhas mãos já estavam grudadas — mas valeu cada segundo.
A última parada foi no Parque da Colina do Castelo para um piquenique com vista para toda Nice. O cenário estava meio enevoado, mas dourado; alguém abriu outra garrafa de vinho local (minha pronúncia do francês já estava péssima nessa hora). Sentado ali com todo mundo — meio cheio, sol no rosto — percebi que não pensava em nada prático há horas. Essa sensação ficou comigo por muito mais tempo do que qualquer sabor.
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