Você vai explorar as ruas de paralelepípedo de Montmartre com um guia local, descobrir arte escondida e ouvir histórias por trás de pontos famosos como a Basílica de Sacré-Cœur e a Place du Tertre. Sinta o clima parisiense passando por cafés e até encontrando um vinhedo secreto. Prepare-se para risadas, vistas lindas e momentos que vai querer guardar para sempre.
O passeio dura cerca de 90 minutos do começo ao fim.
O tour passa pela parte externa da basílica; a entrada é gratuita quando aberta, e o guia dá dicas para você visitar por conta própria depois.
O trajeto não tem escadas, mas tem ladeiras e ruas estreitas ou movimentadas; é melhor se você se sentir confortável caminhando por 90 minutos.
O passeio começa perto do Muro do Eu Te Amo, em Montmartre.
Não, não estão incluídos alimentos ou bebidas durante o passeio.
Você vai conhecer pontos como Moulin de la Galette, o vinhedo Clos Montmartre, a Basílica de Sacré-Cœur e a Place du Tertre.
Não inclui busca no hotel; há opções de transporte público próximas.
Seu passeio inclui uma caminhada de 90 minutos por Montmartre com um guia local experiente que compartilha histórias e dicas; você passará por pontos icônicos como a Basílica de Sacré-Cœur (com orientações para visita interna depois), praças animadas e cantinhos escondidos — tudo no seu ritmo e sem precisar de ingressos extras.
Confesso que me inscrevi nesse tour privado por Montmartre principalmente porque sempre imaginei caminhar por aquelas ruas tortuosas de Paris, como nos filmes antigos. Mas a experiência real é outra coisa. Nossa guia — Sophie — nos encontrou perto do Muro do Eu Te Amo, um mosaico azul com “Eu te amo” escrito em praticamente todas as línguas do mundo. Ela riu quando tentei achar o meu (meu sotaque é péssimo), e isso quebrou o gelo na hora.
O ar na Rue des Abbesses tinha um leve cheiro de café e algo doce — talvez da padaria que passamos? Sophie apontava detalhes que eu jamais teria notado: um mural desbotado aqui, uma janela torta ali. Contou que Picasso morou ali perto, no Bateau-Lavoir (tentei imaginar ele carregando telas por essas vielas estreitas). A expressão “tour privado a pé em Montmartre” não traduz o quanto você acaba observando as pessoas — moradores passando com baguetes debaixo do braço, uma senhora cantando baixinho enquanto varria a calçada.
Paramos em frente ao Moulin de la Galette e Sophie mostrou uma foto antiga no celular — parecia quase igual ao que Renoir pintou. Teve uma cena engraçada no Le Passe-Muraille, aquela estátua do homem meio preso na parede; alguém me desafiou a tirar foto fingindo puxá-lo para fora. Não foi meu momento mais elegante. Depois, de repente, estávamos ao lado do vinhedo Clos Montmartre — um pedacinho de parreiras de verdade bem no meio de Paris! Não esperava encontrar esse verde escondido entre os prédios.
A subida até o Sacré-Cœur foi mais lenta do que imaginei (essas ladeiras pegam de surpresa), mas chegar lá em cima valeu muito a pena. A vista de Paris tem um efeito calmante — mesmo com o movimento ao redor — e Sophie deu dicas para explorar o interior da basílica depois, se quiséssemos. Terminamos na Place du Tertre, onde artistas montavam seus cavaletes; um deles piscou pra mim enquanto desenhava um casal tomando vinho ali perto. Ainda lembro daquela vista dos degraus da basílica — sabe quando um lugar fica guardado na memória?

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